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domingo, 27 de outubro de 2013
sábado, 26 de outubro de 2013
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
Candidatos a vereadores que tiveram um boa votação em 2012 estão formando um novo grupo político em São Lourenço da mata
Já tivemos em nosso município varias tentativas de terceira via como grupo independente, Renova São Lourenço, entre outro desta vez são pessoas que foram candidatos a vereadores que tiveram uma votação considerada expressiva no pleito de 2012 para vereador.em São Lourenço da mata.
Em conversa com um
dos membros deste grupo, o mesmo disse que intenção e forma um grupo
com pessoas de forma que a decisão seja tomado pelo grupo e não pelo
partido como acontece sempre ,a primeiro encontro aconteceu no
ultimo final de semana, o próximo esta previsto para a segunda quinzena de
Novembro ,o (PSDC 27),pode ser a legenda deste grupo as conversas
estão bem adiantada neste sentido.
Estiveram presentes
a este encontro Cassemiro, Professora Giselia , Fernando Moura , Ronaldo da
Associação , Gilton Duarte,entre outros.
Veja a votação dos mesmos no pleito de
2012
Cassemiro 699 votos
Professora Giselia
678 votos
Fernando Moura 616
votos
Ronaldo da
Associação 567 votos
Gilton Duarte 509 votos
SINTONIZANDO O LEITOR:
´´O tempo é a melhor resposta para todas as perguntas``.Espero que neste nova iniciativa tenha mais coerência e sabedoria para não cometer os mesmos erros dos seus antecessores.
sábado, 12 de outubro de 2013
Analise da eleição 2012
A única surpresa que tivemos foi o resultado vergonhoso da família Pereira, além do candidato da família ao cargo do executivo Dr. Jairo Pereira conseguir uma votação super hiper mega baixa de 16 mil votos, ainda tiveram a incompetência de perderem e feio as duas cadeiras que possuíam na casa Jair Pereira de oliveira. Também o que poderíamos espera de uma campanha meia boca, foi a eleição que a família Pereira menos gastou, se garantiram pela tradição e prestigio do nome deles para ganha a eleição e quebraram a cara.Eu particularmente não acredito na ressurreição politica deles. Desde que eles perderam a prefeitura em 2008 o que eles fizeram para a cidade? Qual o trabalho que eles realizam? Já que não precisa esta no poder para ajuda o próximo, principalmente um ex-prefeito que almeja um dia volta ao poder, poderia ele usar o conhecimento que tem na política , sem fala que tinha a irmã e o filho como vereadores a um ano atrás(2012) e o que foi que eles fizeram?
Beto do Espam segundo a grande maioria leiga dizem ser a
grande surpresa desta eleição, obteve 5.152 votos,depois de 24 anos um
candidato ultrapassou até então o terceiro colocado mais votado(2.849
votos) que foi Aldemir Alves de
Lima(PDT) em 1988.A um intervalo de tempo muito grande entre as eleições
municipal de 1988 a 2012,nos faz
questionar o por que desta lacuna, será que não tinha candidatos capacitados, interessados
em disputa, ou povo esta participando mais da política... enfim é uma analise
para outro dia. Se paramos para analisa os votos que Beto obteve na ultima
eleição percebemos que são votos inconsistente ou seja não são votos consciente do qual o
eleitor se identificou-se pelo trabalhos e ações do candidato e sim são votos
de revoltosos cansados do ping pong de amarelo e vermelho. A mesma coisa foi com
Marcos Antônio que também obteve um boa votação(4.346),mais pouco abaixo do que
eu esperava, se ele estivesse com a mesma estrutura que ele usou para campanha
para deputado em 2010 concerte teria se aproximado do segundo colocado. Além
disso foram votos tirados de Jairo Pereira que em 2004 teve 30mil votos ( vale
salienta que em 2008 a família pereira teve 21 mil votos)e nesta agora cair
para quase para a metade.
O PT representado pelo candidato Cariri ficou na penúltima colocação,
obtendo o pior resultado a majoritária que o partido disputou em São Lourenço
da Mata é um partido que no auge do PT não conseguiu sucesso não seria agora que
ganharia algo na cidade. Tivemos também o Psol que disputou pela primeira(Deveria
ser a segunda vez,em 2008 o partido tentou disputa as eleição e já tinha nome o
do Professor Adriano, mais por conflitos interno do partido não lançaram.) vez uma eleição em nossa cidade a majoritária obtendo
o ultima colocação tendo menos de 400 votos, a proporcional o partido não
lançou ninguém. E por fim o prefeito reeleito com mais de 29 mil votos para o
seu 4º mandato , foi uma vitória já esperada devido ao poder econômico e fragilidade
de seus adversários , o interessante independente da gestão para alguns desastrosa
e para outro não é que cada eleição que participa ele sempre cresce e se ele
esta onde esta por que o povo escolheu e devemos respeita.
SINTONIZANDO O LEITOR:
Passado mais de um ano da eleição e não vermos mais os candidatos conversando com o povo, denunciando e fiscalizando a administração. Disseram durante a campanha que estavam preocupados em defender os pobres e os oprimidos que tinham as soluções para os nossos problemas ! Perderam a eleição e minguem mais ver estes homens na cidade(nem o eleito) eram discursos fiados para enganamos o povo, para conseguir chega ao poder. Só com uma sociedade unida e organizada é que teremos uma possibilidade real de um mundo melhor e não através de governos fajutos. A família Lapenda é a prova viva ,Se não estive presente no cotidiano da cidade ,trabalho prestado, planejamento visando o futuro e espirito democrático ,não há dinheiro e nem tradição que regista a exigência do povo, que conheça a desperta o senso critico e fiscalizador. Se o senhor político não se adaptar a modernidade terá o mesmo destino trágico, decadente e humilhante da família lapenda que esta morta politicamente que não ganha mais, nem para concelho de moradores de bairro.
Uma Observação importante que precisa fica registado e que nada é para sempre, tudo um dia acaba, isto é a lei natural.
São Lourenço da mata como no resto do Brasil é governado por famílias que se reservense no poder a mais de
30 anos, mais como foi dito no inicio nada é duradouro , a própria historia da
cidade monstra isto a exemplos da Família correia, Albuquerque que governaram
esta cidade até metade do século passado. Outro exemplo mais recente é a família
Lapenda que até 1987 governava esta cidade e agora caiu no esquecimento é uma família que ainda vive na cidade mais
que perdeu a força política, construída pelo patriarca da família José lapenda
filho .Por uma vez por outra eles tenta volta para o poder, mais não consegue êxito.Foi
em 2004 o candidato FLAVIO RENATO
LAPENDA disputou o cargo do executivo pelo PTC obtendo uma vergonhosa votação e
nesta ultima eleição(2012) para o cargo legislativo, Henrique Lapenda obteve exatamente 101 votos e pior disputando
pelo inimigo politico de seu avô, a família pereira.
SINTONIZANDO O LEITOR:
Passado mais de um ano da eleição e não vermos mais os candidatos conversando com o povo, denunciando e fiscalizando a administração. Disseram durante a campanha que estavam preocupados em defender os pobres e os oprimidos que tinham as soluções para os nossos problemas ! Perderam a eleição e minguem mais ver estes homens na cidade(nem o eleito) eram discursos fiados para enganamos o povo, para conseguir chega ao poder. Só com uma sociedade unida e organizada é que teremos uma possibilidade real de um mundo melhor e não através de governos fajutos. A família Lapenda é a prova viva ,Se não estive presente no cotidiano da cidade ,trabalho prestado, planejamento visando o futuro e espirito democrático ,não há dinheiro e nem tradição que regista a exigência do povo, que conheça a desperta o senso critico e fiscalizador. Se o senhor político não se adaptar a modernidade terá o mesmo destino trágico, decadente e humilhante da família lapenda que esta morta politicamente que não ganha mais, nem para concelho de moradores de bairro.
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
Mulher brasileira é vítima de seu próprio machismo, diz historiadora
Da BBC Brasil em São Paulo
Mary Del Priore é historiadora, professora universitária e
autora de obras como História das Mulheres no
Brasil (ed.
Contexto), vencedor dos prêmios Jabuti e Casa Grande e Senzala, e Histórias e Conversas de Mulher (ed. Planeta), em que acompanha avanços
femininos desde o século 18.
Para a
historiadora, as mulheres brasileiras do último século conquistaram o direito
de votar, tomar anticoncepcionais, usar biquíni e a independência profissional.
Mas ainda hoje são vítimas de seu próprio machismo.
Série da BBC aborda anseios e conquistas das mulheres atuais
Notícias relacionadas
Muitas
mulheres "não conseguem se ver fora da órbita do homem" e são
dependentes da aprovação e do desejo masculino, opina ela.
BBC Brasil - Você vê traços de
machismo ou preconceito em seus ambientes profissional e pessoal?
Mary Del Priore - No ambiente profissional, não vivi
nenhum problema, porque desde os anos 1980 o setor acadêmico sofreu grande
"feminilização". As mulheres formam um bloco consistente nas
disciplinas (universitárias) mais diversas.
"O
fato de que elas busquem se realizar resgatando o trabalho doméstico, manual ou
artesanal é uma prova de que a singularidade feminina tem muito a oferecer. A
mulher pode, sim, realizar-se através do trabalho doméstico e não
necessariamente no público"
Mas, na
sociedade, acho que o machismo no Brasil se deve muito às mulheres. São elas as
transmissoras dos piores preconceitos. Na vida pública, elas têm um
comportamento liberal, competitivo e aparentemente tolerante. Mas em casa, na
vida privada, muitas não gostam que o marido lave a louça; se o filho leva um
fora da namorada, a culpa é da menina; e ela própria gosta de ser chamada de
tudo o que é comestível, como gostosa e docinho, compra revistas femininas que
prometem emagrecimento rápido e formas de conquistar todos os homens do
quarteirão.
O que mais
vemos, sobretudo nas classes menos educadas, é o machismo das nossas mulheres.
BBC Brasil - Mas muitas até
querem que os maridos ajudem em casa, mas será que essas coisas do dia a dia
acabam virando motivos de brigas justamente por conta do machismo arraigado? E
também há mulheres estudadas, ambiciosas e fortes - mas também vaidosas, que ao
mesmo tempo querem se sentir desejadas por um parceiro/a que as respeite. Isso
é uma conquista delas, não?
Del Priore - Ambas as questões não podem ter
respostas generalizantes. Mais e mais, há maridos interessados na gerência da
vida privada e na educação dos filhos. Quantos homens não vemos empurrando
carrinhos de bebê, fazendo cursos de preparação de parto junto com a futura
mamãe ou no supermercado? Tudo depende do nível educacional de ambos os
parceiros. Quanto mais informação e mais educação, mais transparente e
igualitária é a relação.
Quanto às
mulheres emancipadas, penso que preferem estar sós do que mal acompanhadas.
Chega de querer "ter um homem só para chamar de seu". Elas estão mais
seletivas e não desejam um parceiro que queira substituir a mãe por uma esposa.
BBC Brasil - Como a mulher
mudou – e o que permanece igual – no último século?
"Na
vida privada, muitas se revelam não só machistas mas racistas e homofóbicas.
Muitas não gostam que o marido lave a louça; se o filho leva um fora da
namorada a culpa é da menina, ela própria gosta de ser chamada de tudo o que é
comestível, como gostosa e docinho, compra revistas femininas que prometem
emagrecimento rápido e formas de conquistar todos os homens do quarteirão"
Del Priore - Temos uma grande ruptura nos anos
60 e 70 no Brasil, que reproduz as rupturas internacionais, com a chegada da
pílula anticoncepcional. As mulheres começaram a ocupar postos nos diversos
níveis da sociedade, a ganhar liberdade sexual e financeira. Ela passa atuar
como propulsora de grandes mudanças. Quebra-se o paradigma entre a mulher da
casa e a mulher da rua.
(Mas) a
mulher continua se vendo através do olhar do homem. Ela quer ser essa isca
apetitosa e acaba reproduzindo alguns comportamentos das suas avós. Basta olhar
algumas revistas femininas hoje. Salvo algumas transformações, a impressão é de
que a gente está lendo as revistas da época das nossas avós.
A mulher não
consegue se ver fora da órbita do homem, diferentemente de algumas mulheres
europeias, que são muito emancipadas. O que ela quer é continuar sendo uma
presa desejada.
A
(antropóloga) Mirian Goldenberg diz que a mulher brasileira continua correndo
atrás do casamento como uma forma de realização pessoal. No topo da agenda dela
não está se realizar profissionalmente, fazer o que gosta, viajar, conhecer o
mundo – está encontrar um par e botar uma aliança no dedo. Mesmo que o casamento
dure uma semana.
Quais as amarras das mulheres
atuais?
Del Priore - O machismo é uma das questões.
Outra, que talvez explique a inatividade da mulher frente a esse padrão, é que,
com a entrada num mercado de trabalho tão competitivo, com tantas crises
econômicas e uma classe média achatada, a luta pela sobrevivência se impõe
sobre qualquer outro projeto.
Essa falta
de tempo para respirar, o fato de ter que bancar filhos ou netos, isso talvez
não dê à mulher tempo para se conscientizar e se erguer acima do individualismo
– outra tônica do nosso tempo – e pensar no coletivo.
BBC Brasil - Ao mesmo tempo em
que a mulher avança no mercado de trabalho, algumas também têm perdido a
vergonha de parar de trabalhar para cuidar dos filhos; ou resgatado, como hobbies
ou profissão, antigas "tarefas de mulher", como tricô, cozinha, artes
manuais. Desse ponto de vista, existe um poder maior de escolha das mulheres?
Del Priore- Sempre apostei que as mulheres não
deveriam buscar ser "um homem de saias", mas apostar em sua diferença
e singularidade. As marcas do gênero, segundo sociólogos, são a criatividade, a
diplomacia, capacidade de dialogar, etc. O fato de que elas busquem se realizar
resgatando o trabalho doméstico, manual ou artesanal é uma prova de que a
singularidade feminina tem muito a oferecer.
A mulher
pode, sim, realizar-se através do trabalho doméstico e não necessariamente no
público. Desse ponto de vista elas só estariam dando continuidade a uma longa
tradição, discreta e oculta, que é a independência adquirida por meio de
atividades desenvolvidas no lar. Nossas avós, quando trabalhadoras domésticas,
já conheceram essa situação. A tecnologia só nos ajuda a torná-lo mais
eficiente.
BBC Brasil - Que papel a
educação teve na mulher que você é hoje?
"Hoje
o grande desafio, em qualquer idade, é o equilíbrio interior, estar bem consigo
mesma. Quando começamos a envelhecer – o que é o meu caso, aos 61 anos –, é
preciso olhar isso com coragem, ver isso como um investimento positivo"
Del Priore - Tive uma trajetória peculiar.
Resolvi fazer universidade (aos 28 anos) quando já era mãe de três filhos. A
maturidade me ajudou muito a progredir. Tive a sorte de ter na PUC-RJ e na USP
um ambiente muito receptivo, porque era um momento em que a universidade estava
largando aquela camisa de força marxista e se abrindo para estudos de cultura e
sociedade, que me interessavam.
BBC Brasil - Quais os
principais desafios que você enfrenta como mulher?
Del Priore - Hoje o grande desafio, em qualquer
idade, é o equilíbrio interior, estar bem consigo mesma. Quando começamos a
envelhecer – o que é o meu caso, aos 61 anos –, é preciso olhar isso com
coragem, ver isso como um investimento positivo. E ter tempo para a família,
para as pessoas em volta da gente.
Quando era mais jovem, eu me preocupava muito com grandes
projetos. Hoje me preocupo com o pequeno – acho que é por aí que você muda a
realidade. É no dia a dia, na maneira como você trata as pessoas à sua volta,
no respeito que você tem pelo seu bairro. Não temos condições de abraçar o
mundo. Através do micro, a gente consegue aos poucos transformar o macro.
Essa entrevista faz parte da
série "100 Mulheres - Vozes de Meio Mundo". A série, publicada
globalmente pela BBC, trata dos desafios da mulher contemporânea.
domingo, 6 de outubro de 2013
sábado, 5 de outubro de 2013
Marina Silva se filia ao PSB e fecha parceria com Eduardo Campos
A ex-senadora e ex-ministra Marina Silva confirmou sua
aliança com o Partido Socialista Brasieiro (PSB) em entrevista coletiva cedida
na tarde de sábado em Brasília. No discurso, ela não falou em vice-presidência
mas confirmou o apoio à candidatura do governador Eduardo Campos para
presidente.
Sobre a vice-presidência, Eduardo Campos disse que as definições sobre a chapa ainda serão discutidas: "Vamos, no tempo certo, tomar essa decisão." Ele também não oficializou e não assumiu que é candidato, mas falou em "pré-candidatura".
Na ocasião, também foi assinada oficialmente a filiação dela ao PSB. Marina teve recusada pelo TSE a criação de seu próprio partido, a Rede Sustentabilidade. Leia a seguir trechos dos discursos de Marina Silva a e Eduardo Campos.
Trechos do discurso de Marina:
"É uma filiação simbólica ao PSB, pois continuarei como porta-voz da Rede"
"“Por que o PSB? Porque em muitas frentes de batalha nós estamos juntos historicamente, com as nossas diferenças, não as negamos. Mas porque também tem um governador que trabalhou para viabilizar a sua candidatura legítima a presidente da República. É um partido com bandeiras históricas. No dia da criação da Rede Sustentabilidade, recebemos uma carta de felicitação do PSB assinada pelo governador Eduardo Campos."
"A Rede Sustentabilidade não está se fundindo com o PSB. A Rede não está dizendo que vai apoiar todos os candidatos do PSB nas eleições estaduais"
"Não nego nossas diferenças, mas nossos partidos têm pontos de contato que nos permitem estar aqui"
"Minha decisão foi de não ficar carimbada como aquela que foi abatida."
"Agradeço aos companheiros do PSB por estarem possibilitando a chancela eleitoral que nos foi negada"
"É possível aprender uma nova maneira de caminhar"
"Somos o primeiro partido clandestino em plena democracia"
"Eduardo é um governador que trabalha por sua candidatura para a presidência da República de forma legítima, sem ser cassado, mas que tem sido minado"
"Não estamos pensando apenas no poder pelo poder, sem se restringir às eleições. O Brasil precisa de uma agenda estratégica para pôr fim à lógica da política de curto prazo. É preciso sepultar de vez a Velha República"
"A derrota ou a vitória só se mede na História. A História não se resolve numa canetada"
"Os colegas da imprensa só me perguntavam do plano B e eu só queria falar do plano A. Ninguém me perguntou do plano C, que era Eduardo Campos. O Plano Campos é o Plano C"
"Achavam que tinham nos abatido, mas estamos aqui"
"Não é mais do mesmo, é o imprevisível"
"Nosso objetivo não é fazer oposição, mas é assumir posição"
"Fernando Henrique Cardoso e Lula estabilizaram a economia e permitiram a inclusão social, mas ainda precisamos caminhar muito. O compromisso dessa coligação é de manter as conquistas e ajudar a reparar os erros. Vamos aprofundar nossos programas"
"Qual era o esperado? 'Que Marina se resigne e vai ser a candidata da internet'. Todo mundo ia curtir e um bando de gente ia me cutucar. Mas isso não ia mudar absolutamente nada”
"O poder público vitimizou aqueles que recorreram a ele para garantir seus direitos"
"Em primeiro lugar, quero agradecer a Deus por estarmos aqui"
Trechos do discurso de Eduardo:
"Vinte e cinco anos depois da promulgação da constituição do nosso país uma filha do povo brasileiro deu aqui uma aula de política e cidadania. Em nome de todos os brasileiros que querem um novo país, esse é um ato de reforma política brasileira".
"Estamos quebrando uma falsa polarização da política brasileira. Queremos que os cidadãos debatam o futuro do nosso país. Nós reconhecemos a Rede como algo necessário para o futuro do nosso país. Quem achou que a rede ia morrer em um tribunal, vê hoje ela se agigantar. Estamos abertos a crescer junto com vocês. Sabemos das nossas diferenças mas sabemos, principlamente, do que nos une".
"Quem entende o que aconteceu em junho (citando a onda de manifestações que correu no país) não tem nenhuma dificuldade de entender o que aconteceu aqui hoje. Quem luta pelos ideais que nós lutamos e sonha pelo país que nós sonhamos está animado com o que está acontecendo aqui. Vamos lado a lado espalhar esperança ao nosso povo. Que nós possamos nessa convivência ter a nossa marca de solidariedade".
"Quero agradecer a toda a militância da Rede e ao meu partido. Peço a todos que nos ajudem. O que estamos fazendo vai dar certo".
Sobre a vice-presidência, Eduardo Campos disse que as definições sobre a chapa ainda serão discutidas: "Vamos, no tempo certo, tomar essa decisão." Ele também não oficializou e não assumiu que é candidato, mas falou em "pré-candidatura".
Na ocasião, também foi assinada oficialmente a filiação dela ao PSB. Marina teve recusada pelo TSE a criação de seu próprio partido, a Rede Sustentabilidade. Leia a seguir trechos dos discursos de Marina Silva a e Eduardo Campos.
Trechos do discurso de Marina:
"É uma filiação simbólica ao PSB, pois continuarei como porta-voz da Rede"
"“Por que o PSB? Porque em muitas frentes de batalha nós estamos juntos historicamente, com as nossas diferenças, não as negamos. Mas porque também tem um governador que trabalhou para viabilizar a sua candidatura legítima a presidente da República. É um partido com bandeiras históricas. No dia da criação da Rede Sustentabilidade, recebemos uma carta de felicitação do PSB assinada pelo governador Eduardo Campos."
"A Rede Sustentabilidade não está se fundindo com o PSB. A Rede não está dizendo que vai apoiar todos os candidatos do PSB nas eleições estaduais"
"Não nego nossas diferenças, mas nossos partidos têm pontos de contato que nos permitem estar aqui"
"Minha decisão foi de não ficar carimbada como aquela que foi abatida."
"Agradeço aos companheiros do PSB por estarem possibilitando a chancela eleitoral que nos foi negada"
"É possível aprender uma nova maneira de caminhar"
"Somos o primeiro partido clandestino em plena democracia"
"Eduardo é um governador que trabalha por sua candidatura para a presidência da República de forma legítima, sem ser cassado, mas que tem sido minado"
"Não estamos pensando apenas no poder pelo poder, sem se restringir às eleições. O Brasil precisa de uma agenda estratégica para pôr fim à lógica da política de curto prazo. É preciso sepultar de vez a Velha República"
"A derrota ou a vitória só se mede na História. A História não se resolve numa canetada"
"Os colegas da imprensa só me perguntavam do plano B e eu só queria falar do plano A. Ninguém me perguntou do plano C, que era Eduardo Campos. O Plano Campos é o Plano C"
"Achavam que tinham nos abatido, mas estamos aqui"
"Não é mais do mesmo, é o imprevisível"
"Nosso objetivo não é fazer oposição, mas é assumir posição"
"Fernando Henrique Cardoso e Lula estabilizaram a economia e permitiram a inclusão social, mas ainda precisamos caminhar muito. O compromisso dessa coligação é de manter as conquistas e ajudar a reparar os erros. Vamos aprofundar nossos programas"
"Qual era o esperado? 'Que Marina se resigne e vai ser a candidata da internet'. Todo mundo ia curtir e um bando de gente ia me cutucar. Mas isso não ia mudar absolutamente nada”
"O poder público vitimizou aqueles que recorreram a ele para garantir seus direitos"
"Em primeiro lugar, quero agradecer a Deus por estarmos aqui"
Trechos do discurso de Eduardo:
"Vinte e cinco anos depois da promulgação da constituição do nosso país uma filha do povo brasileiro deu aqui uma aula de política e cidadania. Em nome de todos os brasileiros que querem um novo país, esse é um ato de reforma política brasileira".
"Estamos quebrando uma falsa polarização da política brasileira. Queremos que os cidadãos debatam o futuro do nosso país. Nós reconhecemos a Rede como algo necessário para o futuro do nosso país. Quem achou que a rede ia morrer em um tribunal, vê hoje ela se agigantar. Estamos abertos a crescer junto com vocês. Sabemos das nossas diferenças mas sabemos, principlamente, do que nos une".
"Quem entende o que aconteceu em junho (citando a onda de manifestações que correu no país) não tem nenhuma dificuldade de entender o que aconteceu aqui hoje. Quem luta pelos ideais que nós lutamos e sonha pelo país que nós sonhamos está animado com o que está acontecendo aqui. Vamos lado a lado espalhar esperança ao nosso povo. Que nós possamos nessa convivência ter a nossa marca de solidariedade".
"Quero agradecer a toda a militância da Rede e ao meu partido. Peço a todos que nos ajudem. O que estamos fazendo vai dar certo".
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