sábado, 29 de março de 2014

E o povo brasileiro na pior! Já o PT de Dilula.......


SINTONIZANDO O LEITOR:

O pior cego não é aquele que não vê,e sim aquele que finge não enxergar,o pior surdo o que finge não ouvir,o pior mudo,o que não admite,e a pior mentira é enganar à si próprio. Eliardo Alves

Maioria acredita que mulher tem responsabilidade em casos de estupro, diz Ipea


Pesquisa divulgada ontem (27) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) apontou que 58,5% dos entrevistados concordaram totalmente ou parcialmente com a frase “Se as mulheres soubessem como se comportar, haveria menos estupros”. Em relação a essa pergunta, 35,3% concordaram totalmente, 23,2% parcialmente, 30,3% discordaram totalmente, 7,6% discordaram parcialmente e 2,6% se declararam neutros.
“Por trás da afirmação, está a noção de que os homens não conseguem controlar seus apetites sexuais; então, as mulheres que os provocam é que deveriam saber se comportar, e não os estupradores. A violência parece surgir, aqui, também, como uma correção. A mulher merece e deve ser estuprada para aprender a se comportar”, dizem os pesquisadores.
Os pesquisadores também perguntaram “Mulheres que usam roupas que mostram o corpo merecem ser atacadas”: 42,7% concordaram totalmente com a afirmação, 22,4% parcialmente; e 24% discordaram totalmente e 8,4% parcialmente.
“O acesso dos homens aos corpos das mulheres é livre se elas não impuserem barreiras , como se comportar e se vestir ‘adequadamente’”, concluíram os pesquisadores.
Conforme o levantamento, 63% concordaram, total ou parcialmente, que “casos de violência dentro de casa devem ser discutidos somente entre os membros da família”, 89% dos entrevistados tenderam a concordar que “a roupa suja deve ser lavada em casa” e 82% que “em briga de marido e mulher não se mete a colher”.
Os dados fazem parte da pesquisa Sistema de Indicadores de Percepção Social (SIPS) – Tolerância social à violência contra as mulheres, que mostrou ainda que 78,1% dos entrevistados concordam totalmente e 13,3% concordam parcialmente que a prisão é a punição adequada para o homem que bate na esposa. A pesquisa colheu dados sobre casamento entre pessoas do mesmo sexo e relação familiar.
Os pesquisadores sugerem que a população ainda tem “visão de família nuclear patriarcal, ainda que sob uma versão contemporânea, atualizada. Nessa, embora o homem seja ainda percebido como o chefe da família, seus direitos sobre a mulher não são irrestritos, e excluem as formas mais abertas e extremas de violência.
Os resultados apontam que a Lei Maria da Penha, que endurece as punições para o agressor, contribuiu para minimizar a tolerância à violência contra a mulher. Para a secretária Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Aparecida Gonçalves, as tendências machistas vêm mudando. “Apesar de não ter mudado ainda da forma como gostaríamos, elas vêm se alterando aos poucos, principalmente no que tange à violência doméstica e familiar”.
Ao todo, 3.810 pessoas foram entrevistadas no ano passado, sendo 66,5% mulheres.
Outra pesquisa do Ipea apresentou dados sobre o crime de estupro no Brasil. A estimativacom base nos atendimentos prestados às vítimas é que, a cada ano, 527 mil pessoas são estupradas no país. Apenas 10% dos casos chegam ao conhecimento da polícia. A maioria das vítimas é mulher, sendo 70% são crianças ou adolescentes. Mais de 92% dos agressores são homens. Pais, padrastos, amigos e conhecidos representam 56,3% dos criminosos.
Matéria de Marcelo Brandão, da Agência Brasil, com a colaboração de Thaís Antonio, do Radiojornalismo, publicada pelo EcoDebate, 28/03/2014


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Crianças e adolescentes são 70% das vítimas de estupro

Nota Técnica apresentada no Ipea analisou dados do Sistema de Informações de Agravo de Notificação do Ministério da Saúde

Encerrando o Mês da Mulher, o Ipea realizou nesta quinta-feira, 27, um seminário em Brasília para apresentação de estudos que tratam da violência contra o sexo feminino. Além de uma edição do Sistema de Indicadores de Percepção Social, foi apresentada a Nota Técnica Estupro no Brasil: uma radiografia segundo os dados da Saúde. É a primeira pesquisa a traçar um perfil dos casos de estupro no Brasil a partir de informações de 2011 do Sistema de Informações de Agravo de Notificação do Ministério da Saúde (Sinan).
Com base nesse sistema, a pesquisa estima que no mínimo 527 mil pessoas são estupradas por ano no Brasil e que, destes casos, apenas 10% chegam ao conhecimento da polícia. A Nota Técnica é assinada pelo diretor de Estudos e Políticas do Estado, das Instituições e da Democracia, Daniel Cerqueira, que fez a apresentação, e pelo técnico de Planejamento e Pesquisa Danilo Santa Cruz Coelho.
Os registros do Sinan demonstram que 89% das vítimas são do sexo feminino e possuem, em geral, baixa escolaridade. Do total, 70% são crianças e adolescentes. “As consequências, em termos psicológicos, para esses garotos e garotas são devastadoras, uma vez que o processo de formação da autoestima – que se dá exatamente nessa fase – estará comprometido, ocasionando inúmeras vicissitudes nos relacionamentos sociais desses indivíduos”, aponta a pesquisa.
Em metade das ocorrências envolvendo menores, há um histórico de estupros anteriores. Para o diretor do Ipea, “o estudo reflete uma ideologia patriarcal e machista que coloca a mulher como objeto de desejo e propriedade”. Ainda de acordo com a Nota Técnica, 24,1% dos agressores das crianças são os próprios pais ou padrastos, e 32,2% são amigos ou conhecidos da vítima. O indivíduo desconhecido passa a configurar paulatinamente como principal autor do estupro à medida que a idade da vítima aumenta. Na fase adulta, este responde por 60,5% dos casos.
Em geral, 70% dos estupros são cometidos por parentes, namorados ou amigos/conhecidos da vítima, o que indica que o principal inimigo está dentro de casa e que a violência nasce dentro dos lares. A pesquisa também apresenta os meses, dias da semana e horários em que os ataques costumam ocorrer, de acordo com o perfil da vítima.

Fonte: Ipea
EcoDebate, 28/03/2014

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quinta-feira, 27 de março de 2014

A fama de rainha do pop é eterna para a maior cantora das últimas décadas. Descubra o que mudou depois de Madonna no mundo musical


80% dos votos dos leitores do blog Liberta-te SLM, que Madonna é uma rainha insubstituível.Uma matéria publicada 21.11.2012, pelo site madonnago escrito por Fabio Aiolfi, resume bem o do por que MADONNA é a rainha do POP.Confira!

“Estou planejando me transformar numa das maiores estrelas do século”,foram as palavras que uma tal de Madonna Louise Veronica Ciccone disse em uma coletiva de imprensa que ocorreu no primeiro semestre de 1983, e foi descrita no livro Madonna – uma biografia íntima, de J. Randy Taraborrelli. Mas será que tal comentário egocêntrico, faria se julgar confiável?

No mesmo livro a própria cantora diz: “Sei que não sou a melhor cantora e dançarina do mundo. Sei muito bem. Mas estou nem aí para isso. O que eu quero é mexer os pauzinhos.”. De fato, esta mulher conquistou o título de Rainha do Pop. E mesmo viva, está imortalizada (com este título) junto a nomes como Charlie Chaplin, Marilyn Monroe, Carmen Miranda, Michael Jackson, Marlon Brando, Elizabeth Taylor, Elvis Presley, e tantos outros.  Aliás, o título de “rainha do pop” anda circulando por ai, bastando surgir uma cantora, declara já como a nova rainha do pop. Muitos esquecem e/ou não sabem o significado e soberania deste título. Sim! Podem vir outras rainhas, mas a eterna já existe. Tal como o rei do rock, o rei do pop, também temos a rainha do pop: Madonna. 
Não é de hoje que vemos escândalos envolvendo o nome Madonna, ora sobre a liberdade sexual, racismo, ou a ditadura de regras religiosas. Conseguiu ditar regras de comportamento, de moda. E ainda mantem suas ideologias em alta. Esse é o ponto: ideologia. Artistas como Madonna, em meados da década de 80, lutavam a favor de suas ideologias, queriam através de sua arte mudar alguma coisa. Nós brasileiros, se pesquisarmos um pouco, veremos que muitos artistas daqui fizeram sua carreira assim. Por estudar a arte, acredito que o artista precisa passar algo transformador para as pessoas. Caso isso não seja feito, encontramos uma arte vazia, sem estímulos intelectuais.
Outros artistas não lutam visivelmente por ideologias, tais como, nos casos das falecidas Cora Coralina e Mercedes Sosa. Cora escritora brasileira que, através de seus textos, conseguiu trazer viva sua querida Goiás e Mercedes, cantora consagrada, deixava viva suas canções folclóricas. Estas artistas também participam da arte, mas de forma mais histórica, contribuindo para a história do seu lugar de origem.
Madonna, de Michigan, não apenas contribuiu para a arte do teu lugar, mas sim, pela arte mundial. A história da música não foi mais a mesma depois do seu surgimento, de acordo com o historiador musical Paul Gambaccini, no documentário “Madonna- Wild Angel”:

Se olhar as paradas antes de Madonna, a voz dominante na música popular é masculina. Depois de Madonna é feminina.

Se olhar as paradas antes de Madonna, a voz dominante na música popular é masculina. Depois de Não tenhamos mais dúvidas quanto ao reinado desta cantora que sempre esteve um passo na frente de seu presente, surpreendendo e conquistando multidões. Como dizia a própria rainha: “Mas o que seria do negócio da música sem mim?”.

quarta-feira, 26 de março de 2014

Zach Galifianakis + Presidente Obama : Entrevista cheia de provocações

As entrevistas do Zach são completamente inusitadas. Começando pelo cenário: Duas samambaias! O que inclusive dá nome ao quadro "Between Two Ferns". Desta vez foi o presidente Barack Obama que sentou-se por lá para bater um papo. E surgiram farpas! Quando Zach sugeriu que cheirava mal um terceiro mandato de Obama, o presidente rebateu dizendo que até que seria legal e que seria algo como se o humorista fizesse uma terceira parte para a saga Se Beber Não Case. Tuf!
Obama esteve no programa para pedir que os jovens americanos se inscrevessem para contar com o seguiro de saúde.

Em um outro momento Galifianakis chamou Obama de o "último presidente negro". Confira a entrevista completa:

segunda-feira, 24 de março de 2014

As cidades, a população e o nosso futuro comum, artigo de Washington Novaes


[O Estado de S.Paulo] O noticiário dos jornais e da televisão anda sobrecarregado de informações sobre os nossos grandes dramas urbanos – falta de mobilidade, transportes precários, inundações, violência, etc. – e a ausência de perspectiva de soluções, com o número de habitantes crescendo. Ao mesmo tempo, leitores mandam mensagens para o autor destas linhas sugerindo que o único caminho seria reduzir a população – o Brasil já tem 85% da população nas cidades, só 15% nas zonas rurais (cerca de 30 milhões de pessoas). E continua a migração campo-cidades.
Cresce a expectativa de vida, que era de 63 anos e 7 meses em 1980 e já está em torno de 75 anos. Mas dos nossos 57 milhões de domicílios, segundo o IBGE, apenas 52,5% são adequados, com abastecimento de água, coleta de esgotos e de lixo – 27 milhões não contam com esses serviços. Nossa população teve aumento de 150 milhões de pessoas em 60 anos, já está em mais de 200 milhões, conforme o IBGE, e evoluirá para 228 milhões nas próximas décadas, até se estabilizar.
Na cidade de São Paulo, são mais 45.500 habitantes por ano, que elevarão a população para 12,2 milhões em 2030, segundo a Fundação Seade, quando a metrópole terá mais idosos que jovens (Estado, 23/1). A cada segundo, no mundo, um pessoa chega aos 60 anos. São mais de 800 milhões de idosos no todo; no Brasil, 23,8 milhões (Estado, 2/10/2012).
Como se faria para mudar o quadro? Entre estudiosos, as visões não são otimistas. Relatório da Royal Society, por exemplo (Folha de S.Paulo, 6/5/2012), ao mesmo tempo que adverte para a necessidade de reduzir o consumo (energia, alimentos) e a produção de lixo, principalmente nos países mais ricos, calcula que a população mundial poderá chegar a 15 bilhões em 2100, partindo dos mais de 7 bilhões de hoje. Já relatório da ONU prevê 9,6 bilhões em 2050. A Índia ultrapassará a China em 2028, com 1,45 bilhão; a população europeia diminuirá 14%; e a expectativa de vida em certas partes poderá estar acima de 80 anos em 2100, com 89 anos no Primeiro Mundo e 81 nos outros países. Pela primeira vez haverá mais pessoas acima de 60 anos do que crianças com menos de 5 (Fundo de População da ONU).
Outro relatório divulgado há pouco, da Oxford Martin Commission for Future Generations – da qual fazem parte o Prêmio Nobel Amartya Sen, a presidente chilena Michelle Bachelet, o ex-ministro brasileiro Luiz Felipe Lampreia e o ex-presidente do Banco Central Europeu Jean-Claude Trichet, entre outros -, depois de confirmar que seremos 8 bilhões de pessoas no mundo em 2025 e 9 bilhões em 2050, calcula que 60% do aumento da população em 2050 virá da Ásia e da África e 74% desse crescimento estará nos países mais pobres. E os idosos serão uma parte cada vez maior da força de trabalho.
Os mercados “emergentes”, concentrados nas cidades, passarão de um terço para dois terços a sua participação no mercado de consumo. Como convencê-los a reduzir esse consumo, agora que a ele chegam? Hoje, mais de 1,2 bilhão de pessoas, segundo o Banco Mundial, não têm acesso à energia elétrica, 550 milhões das quais na África e 400 milhões na Índia. Com todas as mudanças globais, os índices de concentração da riqueza continuaram a crescer nos últimos anos. Um terço da força de trabalho está desempregada ou é “muito pobre”. Chegaremos a 2015 ainda com 200 milhões de desempregados no mundo. Os jovens terão uma taxa de desemprego três a quatro vezes maior que a média. Mulheres, que são 66% da força de trabalho, ficam com 10% da renda e 1% da propriedade. Os idosos, que já são 38% da força de trabalho, chegarão a uma porcentagem bem maior em 2050.
Clima e outros fatores continuam a chamar a atenção para a crise de energia, no momento em que o consumo é seis vezes maior que em 1950. O consumo per capita dobrou. A produção de alimentos responde por um terço do consumo de energia e 70% do uso de toda a água no planeta. Como se fará para aumentar a produção, com mais terras, energia e água, nesse panorama? Das terras agrícolas, 80% estão nos países menos desenvolvidos e já ocupadas. Metade da população mundial não recebe água de boa qualidade. Cerca de 40% das terras estão degradadas. A desertificação avança (de acordo com outros estudos) 60 mil quilômetros quadrados por ano.
O panorama da biodiversidade não é mais animador, com uma em cada quatro espécies ameaçadas de extinção, um terço dos vertebrados desaparecidos em 40 anos. E a biodiversidade é nossa possibilidade de um futuro melhor, já que dela virão novos alimentos, novos materiais para substituir os que se esgotarem. Edward Wilson, o biólogo que provavelmente mais estudou e conhece essa biodiversidade, já escreveu (O Futuro da Vida, Editora Campus, 2002) que “precisamos com urgência de uma ética para a Terra”, pois “estamos à beira de um apocalipse no início do terceiro milênio”. Para ele, “a ciência e a tecnologia devem nos ajudar a encontrar uma saída”.
Esta é a questão: temos de enfrentar a crise do padrão civilizatório, encontrar e praticar novos formatos de viver. Que certamente exigirão uma redistribuição de recursos entre países e setores sociais. Não se vislumbram outras possibilidades. Como se reduzirá a população? Proibindo casamentos e nascimentos? Até a China está renunciando aos caminhos nessa direção herdados da era de Mao Tsé-tung.
Voltando às cidades, não temos políticas para desconcentrar a população. Continuamos a dar incentivos fiscais para a venda de mais automóveis – com mais congestionamentos. Os incentivos fiscais no País são R$ 33 bilhões maiores que a soma dos investimentos em obras públicas (Folha de S.Paulo, 16/3). O governo federal tem a receber de empresas, na dívida ativa, mais de R$ 1trilhão – mas não recebe (15/3). Que se espera que aconteça?
O problema não está nas nossas taxas de nascimentos, já abaixo da taxa de reposição. Mas só isso não resolve.
*Washington Novaes é jornalista. E-mail: wlrnovaes@uol.com.br.
Artigo originalmente publicado em O Estado de S.Paulo e reproduzido pelo EcoDebate, 24/03/2014


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domingo, 23 de março de 2014

Alguns esclarecimentos sobre a enquete



Estou estarrecido com a repercussão que a enquete gerou nas redes sociais e o melhor de tudo foi a abordagem  das pessoas na rua a este que vos fala, foi acusando  de vendido, babão do prefeito, sem falar dos elogios bonitos que são impróprios a este ´´horário``.
Onde esta a liberdade expressão e o espírito Democráticos destas pessoas , isto tudo porque realizei uma pesquisa, fico imaginando se estivesse expressa minha opinião e for contraria da aqueles que ouvir,  irei se linchado!

Não é função  da enquete disse o que é certo ou errado. Tem como objetivo principalmente neste blog de gera o debate de ideias do mais variados assuntos, do mais polêmicos ao mais fútil, incentivado também pela curiosidade deste ´´Blogueiro`` de observa o comportamento do leitor principalmente aqueles que me abordam na rua,diante de um resultado contrario do que ele esperava.
É importante disse que esta enquete é simplesmente  um de tantos outras que são realizados  pelo Brasil a fora.E não a razão de fica dignado, do por quer da pergunta da enquete!Se for assim:por que o náutico é o único hexa-campeão de PE e não o SPORT ou o Ibis?Por que maria foi escolhida para da a luz a jesus cristo e não outra mulher? São fatos e acontecimento que eram para acontecer, e não podemos perder tempo questionando algo que não vai volta atrás.
Fiquei impressionado do efeito que as duas família que estão se revezam no poder a décadas(de forma democrática),faz com as pessoas.Não podemos discutir de  forma racional, pois logo a emoção torna contra da razão,viram animais irracionais tanto para proteger como criticar, isto é perigoso ,se nós realmente queremos um estado democrático de direito.Não ha de ter nem fanatismo e nem ódio da classe política,até porque, eles são o reflexo da sociedade, se acredita que todo político é corrupto que não tem mais solução,esta dizendo que não acredita em você mesmo,isto  não é verdade ou é? Só com uma sociedade unida e organizada é que teremos uma possibilidade real de um mundo melhor e não através de governos fajutos e omitir este fato piora ainda mais situação de São Lourenço da Mata.

Estas emoções impediu do leitor de analisar refletir o que realmente importa, como por exemplo:
*A pergunta desta(falei desta) enquete foi: Quem Você gostaria que Labanca apoia-se pra sua sucessão?Não foi sobre renovação nem continuísmo.Qualquer pessoa com um pouco de bom senso sabe que obviamente não poderia coloca na enquete nomes como Bruno Pereira, Patricia Peregrino ou Herculano Souza embora este dois últimos tenham potencial para desempenha a função.Teria de ser pessoas próxima ao prefeito, que almejo tempo representa-se uma relativa renovação,(não é o ideal, mais já é um começo)que é o caso vice-prefeito Gino e Fernanda labanca.

*Sobre o titulo da postagem que divulgou o resultado da enquete:2014 que nada!Vamos pensar em 2016,que ainda esta em aberto. Realmente as eleições deste ano já esta definidas antes mesmo de começar?2016 a eleição esta em aberto ou será uma repetição da ultima eleição?

*Sobre o resultado:dos 3 nomes que estava na enquete, dois são políticos de mandato,conhecidos do grande público,que perdeu para uma mulher que é desconhecida e que não exerce uma vida política partidária. O que isto significa?

A enquete foi feita para aqueles que acessão o blog, consequentemente se vc não acessa o blog não tem conhecimento do cotidiano do blog.Questionaram o por que da pesquisa gira em torno da família Labanca?Como já foi dito, esta enquete é simplesmente  um de tantos outras que são realizados  pelo Brasil a fora, poderia ser sobre fulano B OU P e  família A ou J. Além disso por que não? Querendo você ou não Labanca faz parte do jogo político de 2016, ignora este fato é um erro fatal.

´´Subestimar é não levar em conta as potencialidades.É um olhar raso,medíocre,do qual devemos fazer de tudo para não lançar.``

Dizer que estes 3 pessoas citadas na enquete que representam a permanênciadas velhas oligarquias... é um exagero, tudo bem que Deputado sim, mais os outros dois não.Que dizer se o atual prefeito da capital nacional do pau-brasil apoia por exemplo a professora Luana Beatriz ou Joselí Borges para prefeito, ela seria continuísmo?Logico que não,são pessoas,com educação,costumes e princípios diferentes. 
Neste mais de 2 anos de existência do blog Liberta-TE 2028,que agora chama Liberta-te SLM(SÂO LOURENÇO DA MATA),esta foi a pesquisa que mais teve participação do leitor(50 votos).As enquetes geralmente variam de 0 a 10 votos e a enquete de melhor desempenho até então foi sobre jesus cristo com 20 votos, que irei posta novamente daqui alguns dias e espero que tenha a mesma participação ou superior do leitor deste blog e daqueles que não participaram diretamente na pesquisa, mais criticaram e questionaram sobre ela. 


SINTONIZANDO O LEITOR: