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quinta-feira, 29 de março de 2012
Cidadania X Assistencialismo
Cidadania é a participação de todos em busca de benefícios sociais e igualdade. Mas a sociedade capitalista se alimenta da pobreza. Para ser um componente integral da sociedade, o cidadão tem de usufruir direitos civis, políticos e sociais.
Os programas assistencialistas do governo possuem contornos definidos e são mais frágeis do ponto de vista da legitimidade, não resolvendo a dificuldade estrutural da desigualdade social. Os programas assistencialistas do governo, reiteram as desigualdades sociais, podendo mesmo criar uma certa dependência nas pessoas que participam desses programas. Com essa relação de dependência o cidadão fica impossibilitado, mesmo de maneira inconsciente, de estabelecer sua cidadania, afundando cada vez mais na improvável inclusão social.
O grande risco dos programas assistencialistas do governo é o de reduzir a questão social, puramente na sobrevivência do indivíduo, não promovendo a sua inserção na sociedade, criando cada vez mais a subserviência. Quando a pessoa não cresce, não se promove, ela vai ficando mais pobre.Imaginar cidadania plena em uma sociedade pobre, em que o acesso aos bens e serviços é limitado, seria ilusório.O maior e mais publicado projeto governamental é o Fome Zero, demonstrando que, o fantasma da subnutrição e da desnutrição, causado pela miséria,continua vivendo no Brasil.
Para DIMENSTEIN, o cidadão brasileiro desfruta de uma cidadania aparente que ele denomina de cidadania de papel. A verdadeira democracia implica na conquista e efetividade dos direitos sociais, políticos e civis. Se assim não se constituir, a cidadania permanece imóvel no papel. Essa cidadania aparente surge através do desrespeito aos direitos fundamentais do homem, ao não suprir as suas necessidades básicas, camufladas em assistencialismo político. Isso se dá através da desnutrição, do desemprego e da pobreza.
Há necessidade de implementação de ações concretas de geração de trabalho e renda, em vez de projetos assistencialistas, para que grandes populações de jovens e adultos excluídos encontrem espaço no mercado de trabalho.Énecessário viver deste trabalho, exercendo através dele, o exercício da cidadania, interferindo na sociedade de maneira produtiva.
No livro “O cidadão de papel”, o jornalista Gilberto Dimenstein, nos apresenta o Brasil, como um país de contrastes muito grandes. O Brasil, para ele, é uma das maiores economias do planeta e, ao mesmo tempo, um dos lugares mais socialmente injustos para se morar. Nesse livro, é exposto como, apesar da Declaração Universal dos Direitos Humanos e de todos os modernos códigos legais que regem o nosso país (da Constituição ao Código Civil, do Código Penal ao Código do consumidor, passando por tantos outros), o Brasil não conseguiu vencer a úlcera da desigualdade social e da má distribuição de renda.
É necessário que a sociedade tenha conhecimento da verdadeira importância de ser cidadão, para possuir a capacidade de conhecer e perceber os seus direitos e reivindicá-los, no sentido de que o conceito de cidadão saia do papel , e se legitime, através da incorporação da identidade de um indivíduo marcado por suas vitórias, como sujeito construtor e co-autor de uma cidadania democrática.
Referências: Gilberto Dimenstein- O cidadão de papel.
Amélia Hamze
Profª da FEB/CETEC e ISEB/FISO Barretos
Fonte:http://educador.brasilescola.com
Pão e Circo em SLM
Precisamos de políticos sérios e comprometidos com os
anseios da população São Lourencense. Quando não houver políticos assim, nada
de concreto acontecerá na cidade e iremos presenciar rios de dinheiro sendo
jogado no lixo, nas realizações de espetáculos politiqueiros Hollywoodiana em
cada inaugurações de obras públicas. Dinheiro este da saúde, educação, segurança...
No dia 31 de março de 2012(Sábado agora) a prefeitura vai
inaugurar o Hospital Petronila Campos(+ de 1 anos de atraso),a Agência do
Trabalho, a Academia(ovo) das cidades(era para ser inaugurado no ano de2010,segundo
ex-secretário das Cidades e atual senador Humberto Costa),a Avenida Governador Miguel
Arraes e a urbanização do Loteamento Caiara. Por que só agora serão
inauguradas? Como não poderia deixa de ser, finaliza-la com o show de Fábio
Júnior (Alguém sabe qual é o cache dele? Será que vale apenas paga, enquanto a população e a cidade passando por necessidades)
no Pátio de eventos Jair Pereira. Verdadeira política de pão e circo.
SINTONIZANDO O LEITOR:
Panem et circenses [ludos] é a forma acusativa da expressão latina panis et circenses [ludi], que significa "pão e jogos circenses", mais popularmente citada como pão e circo. Esta foi uma política criada pelo imperador Otávio Augusto, que previa o provimento de comida e diversão ao povo, com o objetivo de atenuar a insatisfação popular contra os governantes.
Na Roma antiga, a escravidão na zona rural fez com que vários camponeses perdessem o emprego e migrassem. O crescimento urbano acabou gerando problemas sociais e o imperador, com medo que a população se revoltasse com a falta de emprego e exigisse melhores condições de vida, acabou criando a política “panem et circenses”, a política do pão e circo. Este método era muito simples: todos os dias havia lutas de gladiadores nos estádios (o mais famoso foi o Coliseu) e durante os eventos eram distribuídos alimentos (trigo, pão). O objetivo era alcançado, já que ao mesmo tempo em que a população se distraia e se alimentava também esquecia os problemas e não pensava em rebelar-se. Foram feitas tantas festas para manter a população sob controle, que o calendário romano chegou a ter 175 feriados por ano.
Esta situação ocorrida na Roma antiga é muito parecida com o Brasil atual. Aqui o crescimento urbano gerou, gera e continuará gerando problemas sociais. A quantidade de comunidades (também conhecidas como favelas) cresce desenfreadamente e a condição de vida da maioria da população é difícil. O nosso governo, tentando manter a população calma e evitar que as massas se rebelem criou progamas assistencialista com o “Bolsa Família”, entre outras, que engambela os economicamente desfavorecidos e deixa todos que recebem o agrado muito felizes e agradecidos.Enquanto fazem maracutaias e pegam dinheiro público para si, distraem a população com mensalidades gratuitas.
quarta-feira, 21 de março de 2012
Até Quando
A oportunidade que estávamos esperando para transformamos a
politica de SLM, os dois principais candidatos a prefeitura o excelentíssimo
senhor prefeito Dr. Ettore Labanca e o Dr. Jairo Pereira de Oliveira não iram disputa as eleição deste ano, devido
a aprovação da lei da ficha limpa, quebrado assim a homogenia politica destes
homens. Seria um motivo de extasse se se não fosse a falta de preparo da
´´oposição``` para lidera este processo de libertação .
A oposição em SLM é muito defasada, praticamente
inexistente, o que temos é uma meia dúzia de grupos políticos renegados pelos
coronéis imperialistas ,que querem ganha algum proveito da situação para se
autopromover ou volta para dentro do
sistema. E a oposição que realmente poderia resolver são um bando de incrédulos
radicais e sonhadores, que nunca imaginaria que um dia poderia virá o
jogo(chega ao poder)Quebraram a cara, pois oportunidade chegou mais ninguém
acredito !l! Oposição covarde que Preferem fica no campo das ideias, criticando
os governos em exercícios em vez de viabilizar um projeto guiar São Lourenço da Mata para o
desenvolvimento e progressos para o seu povo, pois não tem coragem de muda este
sistema e também é mais lucrativo.
A polarização
politica estabelecida por Labanca é Jairo contaminou todos os setores da
sociedade, não podemos critica ao elogia nenhum destes homens que logo vocês é
tachado de amarelo ou vermelho. Este
equivoco acontece principalmente com os
Blogs sensacionalistas da cidade.
Já é de tradição em
SLM com a proximidade das eleição municipal
os políticos rejeitados procurarem fazerem alianças, movimentos, aproximar do eleitor dizendo
que é protetor dos pobres e oprimidos
prometerão a Deus e o mundo com conversa
fiada.......visando viabilizar uma candidatura forte para derruba os
dois tiranos do poder, e fazer um novo governo autoritário aperfeiçoado e
vingativo visando seus interesses pessoas e nada mais.
Até quando irei de
aquenta estes bandos de urubus oportunistas rodeando as nossas cabeças,
esperando a primeira oportunidade para da o bote. Minha
paciência esta esgotando, quanto mais de
templo tenho de aquenta estas quimeras ambulantes iludindo meus irmãos. Até
quando minha dignidade será violentada e
de quantas oportunidades e vidas inocentes são necessários para a sociedade de SLM, começa a reagir dos mandos
e desmandos desta politica mesquinha e ultrapassada existente na nossa cidade. É
inadmissível uma cidade com mais de 400 anos de história, comportasse-se como
fosse ainda uma colônia de recife. Será que é perder de mais um pouco de
atitude, renovação, respeito e liberdade.
Lima Barreto descreve perfeitamente em seu livro triste fim
de Policarpo quaresma a situação de SLM.A multidão inconsciente do que
acontecia, a ridícula burocracia civil e militar:´´ com o tempo, a revolta
passou a ser uma festa, um divertimento da cidade...Quando se anunciava um
bombardeiro, num segundo, o terraço do passeio público se
enchia.(...)Alugavam-se binóculos e tanto os velhos como moças, os rapazes como
as velhas, seguiam o bombardeio como uma representação de teatro.`` Será que
São Lourenço terá o mesmo fim de do Major Quaresma...
Esta mas do que na hora de rever esta omissão de
responsabilidades como cidadãos, esta é a escolha correta? Fazer vista grossa
para o problema. O povo está acomodado e sem esperança de um futuro descente.
Preferem vive num mundo imaginário ou morre em vez de enfrenta a realidade. A responsabilidade e de cada um
de nós e não adianta fica de braços
cruzados a espera de um milagre
ou de um heróis, pois isto é realidade
ou vocês luta por seus direitos ou você é destruidor vivo.
Quanto mais convivo
com o meu semelhante ,mas desprezo e nojo ,tenho dele.
Cansei de tanta gaguice, quero ousadia ,atitude e renovação. Quero poder viver a vida com dignidade, caminha alegremente ao lado do meu amor .
Quero tomar aço muriático até me embriagar, escolher o inferno em vem do céu, em fim ter o controle total do meu próprio futuro. Até quando irei de esperar, para sentir a luz do sol correndo pelas minhas veias? Até quando?
Cansei de tanta gaguice, quero ousadia ,atitude e renovação. Quero poder viver a vida com dignidade, caminha alegremente ao lado do meu amor .
Quero tomar aço muriático até me embriagar, escolher o inferno em vem do céu, em fim ter o controle total do meu próprio futuro. Até quando irei de esperar, para sentir a luz do sol correndo pelas minhas veias? Até quando?
EU NÃO VOU DESISTIR ENQUANTO HOUVER UM RESTO DE ESPERANÇA em
mim e pessoas que compactuam com o mesmo ideal.
terça-feira, 20 de março de 2012
A Pátria Celestial: a cidade eterna de todos os salvos em Cristo
Deu
no Blog do Professor Luciano Borges de Santana
Sede também
meus imitadores, irmãos, e tende cuidado, segundo o exemplo que tendes em nós,
pelos que assim andam. Porque muitos há, dos quais muitas vezes vos disse e
agora também digo, chorando, que são inimigos da cruz de Cristo. O fim deles é
a perdição, o deus deles é o ventre, e a glória deles é para confusão deles
mesmos, que só pensam nas coisas terrenas. Mas a nossa cidade está nos céus,
donde também esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo, que transformará o
nosso corpo abatido, para ser conforme o seu corpo glorioso, segundo o seu
eficaz poder de sujeitar também a si todas as coisas (Filipenses 3.17-20)
Recentemente
em um discurso em Salvador (BA), o católico e ex-presidente da República, Luís
Inácio Lula da Silva, em mais uma de suas infelizes declarações afirmou o seguinte:
Bobagem,
essa coisa que inventaram que os pobres vão ganhar o reino dos céus. Nós
queremos o reino agora, aqui na Terra. Para nós inventaram um slogan que tudo
tá no futuro. É mais fácil um camelo passar no fundo de uma agulha do que um
rico ir para o céu. O rico já está no céu, aqui. Porque um cara que levanta de
manhã todo o dia, come do bom e do melhor, viaja para onde quer, janta do bom e
do melhor, passeia, esse já está no céu. Agora o coitado que levanta de manhã,
de sol a sol, no cabo de uma enxada, não tem uma maquininha para trabalhar, tem
que cavar cada covinha, colocar lá e pisar com pé, depois não tem água para
irrigar, quando ele colhe não tem preço. Esse vai pro inferno. Queremos que
todo mundo vá pro céu, agora. Queremos ir pro céu vivo. Não venha pedir para a
gente morrer para ir pro céu que a gente quer ficar aqui mesmo.
Lamentavelmente
o que no ex-presidente sobra de bravatas, falta uma boa leitura da Palavra de
Deus. O texto aparentemente interpretado por Lula se encontra em Lucas 18.25.
Mas, uma leitura atenta e mais acurada dessa passagem revela algo muito
diferente do que Lula afirmou. A conclusão de Jesus nesse texto foi movida pela
atitude do jovem rico, que nos versículos anteriores foi indagar o Mestre sobre
o que era necessário fazer para herdar a vida eterna (Lc. 18.18-23). O Senhor
descreveu uma série de mandamentos, todos baseados nos preceitos do Antigo
Testamento. O jovem, então, afirmou que tudo aquilo cumpria desde a sua
mocidade. Apesar do texto de Lucas não conter a expressão que se segue, o
evangelho de Marcos registra que "Jesus, olhando para ele, o amou"
(Mc. 10.21). Os momentos seguintes são conhecidos em todos os evangelhos
sinóticos. O jovem rejeita o convite de Jesus para vender tudo quanto tinha,
doá-los aos pobres e ter um tesouro no céu. Ou seja, o Senhor fez um
convite para um rico, dominado pelo legalismo de uma prática religiosa,
doar tudo quanto tinha para os pobres e adquirir um tesouro em seu reino. Foi
após a atitude do jovem rico que o Mestre afirmou que era muito difícil entrar
no reino de Deus, aquelas pessoas dominadas pelas riquezas. Não que um rico não
possa ser salvo ou que necessariamente todos os pobres são simpatizantes à
mensagem do evangelho, mas não é de admirar que aqueles dominados pelas posses
materiais tornam-se menos sensíveis à pregação da Palavra de Deus e ao convite
feito por Jesus.
Mas,
resolvida a má e descontextualizada interpretação bíblica do ex-presidente
ainda há um problema para ser resolvido. Anelar pelas promessas espirituais de
um mundo após a morte é algo inerentemente insano? Lutar pelo fim das
desigualdades sociais e da redução da pobreza é algo incompatível com a
esperança em um mundo vindouro? Analisando estruturalmente a Palavra de Deus,
tanto no Antigo Testamento quanto no Novo Testamento é possível argumentar que
não. Vejamos as razões.
Um dos
poemas mais conhecidos e declamados pelos brasileiros chama-se "A canção
do exílio" escrito em 1843 na Universidade de Coimbra, Portugal, por
Gonçalves Dias. O autor havia deixado o país cinco anos antes para estudar
Direito na Universidade da cidade e após a leitura da balada
"Mignon", de Wolfgang Goethe, ganhou inspiração suficiente para
escrever o texto que se segue.
"Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá;
As aves que aqui gorjeiam,
Não gorjeiam como lá.
Nosso céu tem mais estrelas,
Nossas várzeas têm mais flores,
Nossos bosques têm mais vida,
Nossa vida mais amores.
Em cismar, sozinho, à noite,
Mais prazer encontro eu lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
Minha terra tem primores,
Que tais não encontro eu cá;
Em cismar - sozinho, à noite -
Mais prazer encontro eu lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
Não permita Deus que eu morra,
Sem que eu volte para lá;
Sem que desfrute os primores
Que não encontro por cá;
Sem qu'inda aviste as palmeiras,
Onde canta o Sabiá."
Onde canta o Sabiá;
As aves que aqui gorjeiam,
Não gorjeiam como lá.
Nosso céu tem mais estrelas,
Nossas várzeas têm mais flores,
Nossos bosques têm mais vida,
Nossa vida mais amores.
Em cismar, sozinho, à noite,
Mais prazer encontro eu lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
Minha terra tem primores,
Que tais não encontro eu cá;
Em cismar - sozinho, à noite -
Mais prazer encontro eu lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
Não permita Deus que eu morra,
Sem que eu volte para lá;
Sem que desfrute os primores
Que não encontro por cá;
Sem qu'inda aviste as palmeiras,
Onde canta o Sabiá."
Se
compararmos o texto bíblico destacado no início do artigo e o saudosismo da
poesia de Gonçalves Dias, torna-se muito mais fácil perceber que ao anelarem a
volta de Jesus e o estabelecimento do seu reino, os cristãos não são de forma
alguma pessoas alienadas ou conformadas com os sofrimentos da vida. Quando o
apóstolo Paulo escreveu a Carta aos Filipenses ele estava na prisão em Roma, e
apesar da idade e das circunstâncias adversas, a carta é uma mensagem de
alegria. "E vós também regozijai-vos e alegrai-vos comigo por isto
mesmo" (Fp. 2.18). "Regozijai-vos, sempre, no Senhor; outra vez digo:
regozijai-vos" (Fp. 4.4). A Carta aos Filipenses é uma profunda mensagem
de esperança e revela a preocupação de Paulo com a segurança doutrinária da
igreja e o destino eterno de todos os salvos. A palavra grega traduzida para pátria
ou cidade nas versões bíblicas é "politeuma", que significa
"comunidade", "cidadania" ou "comunidade governada por
leis". Ou seja, apesar de vivermos neste mundo e gozarmos de uma cidadania
secular, espiritualmente os salvos em Cristo são cidadãos de uma pátria
celestial, sendo portanto, muito natural e compreensível anelar por ela.
Há um
princípio parecido que orientou outros escritores do Novo Testamento. As
Escrituras consideram que os salvos são peregrinos, forasteiros (gr.
parapidêmos), ou seja uma "pessoa estranha", "que reside por
pouco tempo no estrangeiro". "Pedro, apóstolo de Jesus Cristo, aos
eleitos que são forasteiros da Dispersão no Ponto, Galácia, Capadócia, Ásia e
Bitínia" (I Pe. 1.1). "Amados, exorto-vos, como peregrinos e
forasteiros que sois, a vos absterdes das paixões carnais, que fazem guerra
contra a alma" (I Pe. 2.11). Apesar de politicamente aqueles santos serem
de fato estrangeiros em terra alheia, o apóstolo Pedro parte desse argumento
para mostrar que espiritualmente eles também eram peregrinos e forasteiros,
pessoas que temporariamente estavam de passagem neste mundo, mas cuja cidadania
pertencia a um outro país, um outro reino e uma outra esperança.
Curiosamente
esse princípio já era observado por algumas pessoas no Antigo Testamento,
homens e mulheres que olhavam para o futuro, mesmo recebendo promessas de Deus,
bênçãos e riquezas materiais. "Pela fé, Abraão, sendo chamado, obedeceu,
indo para um lugar que havia de receber por herança; e saiu, sem saber para
onde ia. Pela fé, habitou na terra da promessa, como em terra alheia, morando
em cabanas com Isaque e Jacó, herdeiros com ele da mesma promessa. Porque
esperava a cidade que tem fundamentos, da qual o artífice e construtor é
Deus" (Hb. 11.8-10). A palavra grega traduzida por habitou é
"paroikos" que designa "um estrangeiro que habita em um lugar
sem direitos de cidadão". Logo, mesmo recebendo a promessa de que seus
descendentes herdariam um território secular, Abraão olhava para uma cidade
futura, eterna e construída pelo próprio Deus. Tudo isso com um detalhe
interessante: diferentemente do pobres, ridicularizados frequentemente por
nutrirem esperanças por um reino futuro, Abraão era extremamente rico, assim
como seus descendentes diretos, Isaque e Jacó (Gn. 13.2; 26.12-14; 33.11).
Voltando ao
texto da Carta aos Filipenses, é interessante observar como o apóstolo Paulo se
incluía entre aqueles que esperam a volta do Salvador. A palavra traduzida por esperamos
ou aguardamos em Fp. 3.20 é "apexdechomai" que significa
"esperar assídua e pacientemente por algo. Paulo sabia em quem tinha
crido. Seu Senhor e Salvador Jesus Cristo nunca poderia mentir. Por isso já
prevendo que seria martirizado pelo evangelho ele afirmou o seguinte:
"Porque eu já estou sendo oferecido por aspersão de sacrifício, e o tempo
da minha partida está próximo. Combati o bom combate, acabei a carreira,
guardei a fé. Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o
Senhor, justo juiz, me dará naquele Dia; e não somente a mim, mas também
a todos os que amarem a sua vinda" (II Tm. 4.6-8).
Portanto, diferentemente
do que o ex-presidente Lula afirmou em sua declaração, a crença em um reino
espiritual e futuro não é uma alienação e muito menos desobriga os salvos em
Cristo de lutarem por um mundo melhor, uma sociedade mais justa e por um uso
socialmente responsável do planeta em que vivemos. Todavia, acreditamos
piamente que haverá algo maior e muito superior a tudo o que possamos construir
neste mundo: "Porque para mim tenho por certo que as aflições deste tempo
presente não são para comparar com a glória que em nós há de ser revelada"
(Rm. 8.18). Louvado Seja o Senhor!
sábado, 17 de março de 2012
Você já ouviu falar de Neverland ou a terra do nunca?
O rancho Neverland (em português, Terra do Nunca), é o nome dado ao rancho que pertencia ao cantor estadunidense Michael Jackson. Localiza-se no Condado de Santa Bárbara, na Califórnia, Estados Unidos. Michael Jackson inspirou-se no filme Peter Pan,para denominar seu rancho de Terra do Nunca, o Neverland.
Peter Pan é um personagem criado por J. M.
Barrie para sua notória peça
de teatro intitulada Peter
and Wendy. A história acontece na ilhar denominada a terra do nunca um
lugar magico onde os personagens não
envelhecem, são crianças que se recusa a crescer e assumir compromisso e
responsabilidades com a vida, para vive
num mundo de fantasias e alienação.
Algo que
poucas pessoas sabem que James Matthew Barrie inspirou-se na cidade de SÃO LOURENÇO DA MATA
para criar esta obra literária.POR QUE SERÁ,QUE SLM CHAMOU SUA ATENÇÂO?
segunda-feira, 12 de março de 2012
Foi um caso isolado ou só agora estamos sabemos dos abursos?
Soldado dos EUA mata 16 civis no Afeganistão
Os Estados Unidos
apresentaram neste domingo (11) suas "mais sinceras condolências" às
famílias dos 16 civis afegãos massacrados por um soldado americano de
uma base na província de Kandahar, afirmou o Departamento de Estado. "Os
Estados Unidos manifestam suas mais sinceras condolências às famílias
(afetadas) pelo dramático tiroteio desta manhã. Este ato violento
cometido contra nossos amigos afegãos nos entristece", declarou uma porta-voz da diplomacia americana.
O presidente afegão Hamid Karzai, por sua vez, condenou o massacre "imperdoável". "O
governo condenou reiteradamente operações realizadas em nome da guerra
contra o terror, que causam perdas civis. Mas quando afegãos são mortos
deliberadamente por forças americanas, trata-se de um assassinato e de
uma ação imperdoável", afirmou Karzai em um comunicado.
Na madrugada de sábado para domingo, um
soldado americano deixou sua base e matou 16 civis afegãos, incluindo
crianças, mulheres e idosos, na província de Kandahar, ao sul do
Afeganistão. Outras cinco pessoas ficaram feridas. Segundo nota
divulgada pela Isaf (missão da Otan no Afeganistão), o autor do massacre
teria sido detido. A nota diz ainda que ele teria sido acometido por
uma "crise nervosa" que o levou a praticar a ação.
O episódio é catastrófico para a Otan e
para suas tropas, que já foram vítimas do "fogo amigo" de soldados
afegãos formados por elas, o que comprometeu a confiança entre os dois
campos. A situação, que é já extremamente tensa, pode se agravar, com
represálias ainda maiores.
Seis militares americanos foram mortos
por seus colegas afegãos entre 23 fevereiro e 1º de março, após a
ofensiva queima de exemplares do Alcorão na base militar americana de
Bagram, que resultou em violentas manifestações contra os Estados
Unidos, deixando 30 mortos e 200 feridos.
Por Folhapress.Fonte:http://www.jornalagora.com.br
Guerra no
Afeganistão: EUA distorcem a verdade
"Oficiais superiores das forças armadas
norte-americanas distorcem tanto a realidade sobre a situação no Afeganistão,
que a verdade já é algo irreconhecível", afirmou o tenente-coronel do
Exército Daniel Davis.
Após ida, em Outubro do ano passado, duranteuma segunda comissão realizada no território, Davis elaborou um relatório arrasador sobre o conflito no país ocupado.
No texto, publicado pela revista Rolling Stone, o responsável militar garante que o país que fica para lá do campo visual das bases estrangeiras é controlado pelos insurgentes, e que as autoridades locais não asseguram a satisfação das necessidades básicas à população afegã.
A confirmar esta última acusação de Davis, agências noticiosas divulgaram esta semana que, só nas primeiras semanas de Inverno, mais de 40 pessoas morreram congeladas em três províncias do país. A esmagadora maioria das vítimas eram crianças que viviam em acampamentos de refugiados de guerra, e mais de metade destas estavam instaladas numa infraestrutura de emergência situada na capital, Cabul.
Justificação desavergonhada
Paralelamente, a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) veio "justificar" o bombardeamento que há duas semanas matou oito menores de idade. A Aliança Atlântica disse que as vítimas eram "jovens armados" e não crianças, de "de estatura adulta, atléticos e fortes", que foram bombardeados porque a Otan entendeu que «"representavam uma ameaça".
Se se encontrassem num local onde a Otan e a as tropas do governo de Cabul não estivessem realizando uma operação militar, "não teriam sido bombardeados", continuou Mike Wigston, confirmando que quando a Aliança Atlântica sai dos quartéis que mantém no Afeganistão é para matar a torto e a direito, e nem mesmo crianças ou adolescentes escapam, muito menos se tiveram uma fisionomia "atlética e forte".
Fonte: Jornal Avante!
sábado, 10 de março de 2012
Politicagem colocada em prática em SLM
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