sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

ALICIAMENTO EM PROTESTOS TERÁ INQUÉRITO SEPARADO

Delegado Maurício Luciano reafirmou que a possibilidade de manifestantes receberem dinheiro para fazer atos violentos nos protestos faz parte de uma outra investigação que vem sendo desenvolvida pela Polícia Civil do Rio; segundo ele, caso não interfere no relatório que será entregar ao Ministério Público sobre a morte do cinegrafista da TV Bandeirantes, Santiago Andrade

Cristina Indio do Brasil - Repórter da Agência Brasil
O delegado Maurício Luciano, responsável pelo inquérito que apura a morte do cinegrafista da TV Bandeirantes, Santiago Andrade, disse que o fato de Caio Silva de Souza ter dito em depoimento, que há aliciamento de manifestantes, não interfere no relatório que vai entregar hoje (14) ao Ministério Público. O delegado reafirmou que a possibilidade de manifestantes receberem dinheiro para fazer atos violentos nos protestos faz parte de uma outra investigação que vem sendo desenvolvida pela Polícia Civil do Rio.
“O fato dele eventualmente receber dinheiro para praticar atos ou não, não interfere em nada [no inquérito]. Esta investigação poderá ajudar em outras investigações. O que ele citou de partidos políticos, ou que alguém leva apetrechos explosivos para manifestações, que, eventualmente, ele possa até ter recebido algum tipo de remuneração para praticar atos de vandalismo, isso não interessa aqui para o inquérito. Repito, para o inquérito nada mudou. Tudo permanece como está, com ambos [Caio Silva de Souza e Fábio Raposo, suspeitos de terem praticado o crime] indiciados por homicídio qualificado, por emprego de artefato explosivo e crime de explosão”, explicou.
Para o delegado, o possível envolvimento dos manifestantes com partidos políticos, conforme tinha denunciado o advogado dos suspeitos, Jonas Tadeu Nunes, não interfere na questão da morte do cinegrafista. “O que não posso, como presidente deste inquérito, é deixar que essas questões interfiram na investigação. Esta investigação não pode ser contaminada por qualquer outra informação. Não posso trazer ingrediente político para cá. Não posso discutir se essas manifestações são patrocinadas, se alguém banca, se alguém tem interesse em quebrar. Eu preciso apenas entregar ao Ministério Público uma investigação de homicídio”, disse.

O delegado explicou, no entanto, que o crime não está em aliciar ou pagar alguém para fazer manifestação, o que para ele pode ser discutido sobre o ponto de vista moral e eleitoral, caso parta mesmo de partidos políticos. O crime, para ele, é se isso acontecer no caso de os manifestantes serem pagos para praticar atos violentos. “O que é crime é pagar para incentivar a violência. Atos de hostilidade, de vandalismo. Isso que é crime, e pode configurar uma organização criminosa. Se tenho alguém que incentiva grupos a praticar um número indeterminado, de forma dividida, com divisão de tarefas ou algum comando, que não precisa ser sofisticado, existe a figura da organização criminosa”, analisou.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Vereadores e delegado aparecem em lista de doadores dos Black Blocs

Gabriel Castro, de Brasília, e Pâmela Oliveira, do Rio

Foto:CONTADORA – Ativista Sininho na porta do 17ª DP, no Rio. Planilhas mostram que ela era uma das responsáveis pela contabilidade dos Black Blocs (Gabriel de Paiva/Agência O Globo)

Uma planilha obtida pelo site de VEJA revela, pela primeira vez, nomes de políticos e autoridades do Rio de Janeiro que doaram dinheiro ao grupo Black Bloc, responsável por protagonizar cenas de depredação e vandalismo em manifestações pelo país. A lista cita dois vereadores do PSOL, um delegado de polícia e um juiz.

O repasse de dinheiro por políticos e autoridades não configura ilegalidade. Porém, as doações são um caminho para identificar o elo entre políticos e os mascarados que aparecem na linha de frente quando os protestos degeneram em tumulto e confusão. Um dos mais recentes chegou ao extremo de provocar a morte do cinegrafista Santiago Andrade.

A contabilidade da planilha a que o site de VEJA teve acesso se refere a um ato realizado pelo grupo no dia 24 de dezembro, batizado "Mais amor, menos capital". A manifestação – convocada como um ato cultural – não terminou em vandalismo, como outras organizadas pelo mesmo grupo. Mas a lista de doadores sugere ligações entre autoridades e militantes. A tabela foi repassada por Elisa Quadros, conhecida como Sininho, em um grupo fechado do Facebook.

Neste documento, aparecem os nomes dos vereadores Jefferson Moura (PSOL) e Renato Cinco (PSOL), apontados como doadores de 400 reais e 300 reais, respectivamente. O juiz João Damasceno aparece como doador de 100 reais, e o delegado Orlando Zaccone, de 200 reais.
Damasceno é um antigo apoiador das manifestações de rua. Ele chegou a gravar um vídeo em apoio aos protestos, apesar da violência causada pelo grupo que se veste de preto e promove depredações. O delegado Orlando Zaccone tem um perfil pouco convencional para delegados, e é conhecido crítico da atuação da própria polícia.
Na planilha, além de Sininho, outros nomes aparecem como arrecadadores: Paula, Rosi, Julinho e Pâmela. Também há menções a duas colaborações do grupo cracker Anonymous, que divulga manifestações na internet e invade sites. 
Quando as menções a doações de vereadores começaram a surgir nas redes sociais, Sininho se irritou. "Eles deram dinheiro, sim, e não foi nenhum segredo, teve reuniões e isso foi discutido e questionado", escreveu ela no Facebook. "Eles doaram como civis e não políticos."

Mais um detalhe: a discussão ocorreu na página do Facebook chamada de "Censura Negada". Um dos administradores das postagens é identificado no mundo virtual como Dik ou Dikvigari Vignole. O nome dele no mundo real: Caio Silva de Souza. É o jovem que disparou o rojão que matou o cinegrafista Santiago Andrade.
Respostas – A assessoria de Jefferson Moura admitiu que a doação mencionada na planilha partiu de funcionários do gabinete do parlamentar. Mas afirmou que o vereador já estava de recesso quando os militantes pediram as doações. Porém, disse que o parlamentar provavelmente doaria o dinheiro se estivesse presente.
O delegado Zaccone confirmou ter doado 200 reais, mas disse que o dinheiro não era destinado aos Black Blocs. Ele disse ter recebido um telefonema de Sininho, até então uma desconhecida para ele, propondo que participasse de um debate no evento “Ceia dos Excluídos”, em 23 de dezembro do ano passado. Como delegado de polícia, ele deveria apresentar sua visão sobre direito de manifestação, Copa do Mundo e cerceamento de liberdade. Segundo ele, advogados e representantes de movimentos sociais integravam o grupo. “Achei interessante falar na Cinelândia. Já dei palestras em universidades e me interesso pelo tema”, disse.
“Fiz  a doação para um evento cultural e vi para o que estava doando. Quando a Sininho ligou, explicou que estava buscando aproximação com instituições e pessoas que não visse o movimento com olhar criminalizante. A doação foi para o ‘Ocupa Câmara’, não foi para o Black Bloc. Não tenho nada a omitir em relação a isso. A Constituição garante o direito de se fazer tudo que não é proibido em lei. No Brasil não é proibido fazer doação para evento com distribuição de alimento”, afirmou. “Sou policial. Como vou financiar ou contribuir com pessoas que entram em conflito com policiais?", disse.

O juiz Damasceno negou ter contribuído financeiramente "para qualquer manifestação ou entidade da sociedade civil que as convoque".

A assessoria do vereador Renato Cinco informou que ele está fora do Rio de Janeiro, em viagem. Em nota, confirmou a doação feita, mas negou que os 300 reais tenham sido destinados a black blocs. "O objetivo era oferecer um jantar natalino a moradores de rua na Cinelândia, Centro do Rio de Janeiro. Tanto que a lista inclui água, gelo, pão, rabanada e toalha papel", afirma o comunicado. "O vereador e seu partido repudiam ações violentas", acrescenta.

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

O blog Liberta-te 2028 agora é liberta-te são lourenço da Mata


Liberdade, igualdade, justiça e fraternidade
São Lourenço da Mata/Manifesto 

Esse é o Povo que te protege?
Esse é o Povo que protege você?                                                                       E este é o ser humano fardado que invade sua casa e destrói tudo o quer vê.
Homens e mulheres constroem suas vidas com egoísmos, mentiras, hipocrisias...
Não deixando lugar para o humilde pastor.
Ele espanca seus amigos e destrói seu lar.
E agora você  percebe que não há mais jeito,
Que não existe solução.

Esse é o seu povo que te protege?
São Lourenço da Mata peço-lhe perdão,

Hoje são eles quem mandam e desmandam em nossa cidade
Com o nosso consentimento (voto).
O resultado disso é um misto de destruição, miséria e atraso.
É inadmissível que em pleno século XXI, este sistema ultrapassado e decadente continue a existir.
Que possamos nos inspirar nos exemplos de Lourenço de Huesca, Getúlio Vargas e do nosso Senhor Jesus Cristo.
Que em nossa cidade possamos nos encher da mesma determinação, coragem e força destes homens; para libertar a cidade, para que depois não venhamos a nos arrepender por não ter tentado.
Mas acredito que este mesmo povo que se omite, será o mesmo que lhe libertará das amarras da opressão.
Deus irá dar sabedoria, coragem e entendimento para acontecer.
Amanhã há de ser outro dia; eu pergunto a você onde vai se esconder da enorme euforia? Como vai proibir, quando o galo insistir em cantar?
Água nova brotando e a gente se amando sem parar.
Quando chegar o momento esse meu sofrimento,
Vou cobrar com juros. Juro!
Todo esse amor reprimido, esse grito contido.
Você que inventou a tristeza, ora tenha a fineza de "reinventar"
Você vai pagar, e é dobrado.
Cada lágrima rolada nesse meu penar.
Apesar de você, amanhã há de ser outro dia.
Ainda pago pra ver, o jardim florescer

Qual você não queria.
Você vai se amargar vendo o dia raiar, sem lhe pedir licença.
E eu vou morrer de rir e esse dia há de vir antes do que você pensa.
Amanhã há de ser outro dia.
Você vai ter que ver, a manhã renascer e esbanjar poesia.
Como vai se explicar, vendo o céu clarear, de repente e Impunemente?
Como vai abafar, nosso coro a cantar na sua frente
Amanhã há de ser outro dia. Você vai se dar mal.

Uma pessoa sozinha pode não representar nada, mas se todos se juntam...
Uma pessoa sozinha forma um exercito de libertação, pode significar a mudança de um pais.
Só com uma sociedade unida, organizada e PARTICIPATIVA é que teremos uma possibilidade real de um mundo melhor e não através de governos fajutos. Ideias não são só carne e osso. Ideias são a prova de balas. E você o que PENSA?


Ricardo Mendonça Justino, Cidadão São Lourencense                  
texto:10 de Janeiro de 2012

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Adolf Hitler, um Artista Frustrado pelas Ruas de Viena


SAIBA MAIS:

Os 100 anos de estreia de Charles Chaplin no Cinema

Por Hallyson Alves
Em 1913, Chaplin fazia parte da Karno Company, um grupo de companhias teatrais muito famosa na Inglaterra, comandada por Fred Karno. Nesse ano, pôs-se em turnê pelos Estados Unidos, onde foi descoberto por Mack Sennett, então diretor da Keystone Studios, em companhia de sua namorada e atriz principal, Mabel Normand, em Nova York (essa é a versão de Sennett, pois para Chaplin o encontro foi em Los Angeles). Impressionado com a atuação do inglês, Sennett, embora interessado, ainda estava com receio em convidá-lo para juntar-se à ele no ramo cinematográfico (que ainda dava seus primeiros, passos até então):
- O Garoto é bem bonito. – Disse Mabel.
- Acha que ele é bonito o bastante para o cinema? – eu perguntei.
- Pode ser… – Mabel respondeu.
- Não sei. – eu disse a Mabel. – Ele conhece os truques e as rotinas, e sabe como cair (…). Mas aquela maquiagem e roupas inglesas, não sei.
Assim, Chaplin assinou um contrato de um ano com Mack Sennett. Oficialmente, em 1914, Chaplin muda-se para os Estados Unidos, definitivamente, com o desejo de fazer cinema. Ao final do mesmo ano, já havia rodado mais de trinta e cinco filmes com a Keystone.

Turnê da Companhia Karno. Charles Chaplin à direita.

A forma de fazer comédia no cinema (e principalmente na Keystone), eram estranhas para Chaplin. Não havia roteiros na maioria das vezes, apenas sendo necessária uma boa e engraçada ideia, para que as câmeras fossem ligadas e logo as cenas seriam gravadas. Segundo Robinson (2011), “os filmes da Keystone derivavam do vaudeville, do circo, dos esquetes cômicos do teatro de variedades, ao mesmo tempo em que também eram derivados da realidade da América do início do século XX”. Assim, era comum o uso de elementos como perseguições policiais, ou mesmo a figura de uma bela dama, acompanhada de uma senhora matrona, ao passo que alguns espertinho tenta conquistá-la. Chaplin, acostumado com o rigor inglês, até na hora de fazer comédia, e a tradição do music hall cuja referência era sua própria mãe, não conseguia familiarizar-se com o método novo. Ele precisava ter o controle criativo dos seus filmes – e teve, em alguns deles, pelo menos. Logo, tornou-se o principal artista da Keystone e sua carreira deslanchou de uma vez. Ele já era conhecido onde quer que passasse e suas comédias eram solicitadas em todas as salas de exibição. Isso tudo acontecera apenas em um ano de atuação e, já em 1915, Chaplin muda-se para a Essanay Studios, onde teria todo o controle de suas produções (e um salário maior). Em 1917, deixou a Essanay para assinar um contrato com a Mutual Films, onde gravou 12 curtas, já com uma visível maturidade e evidente controle e estética própria. A Mutual foi a última empresa onde Chaplin trabalhou como contratado, pois logo fundaria, em 1919, juntamente com Douglas Fairbanks, Mary Pickford e D. W. Griffith, a United Artists. Com estúdio, funcionários e verba própria, agora teria o controle total de suas produções.
A cada novo lançamento, seu sucesso aumentara de forma impressionante. O cinema lhe deu fama e dinheiro – muito dinheiro, aliás, pois tornou-se o primeiro artista a tornar-se milionário com a sétima arte, isso com apenas trinta anos de idade.

Making a Living

No dia 02 de fevereiro de 1914, estreava Making a Living (Carlitos Repórter, no Brasil), sob a direção de Henry Lehrman. “Não havia história” – escreveu Chaplin em sua autobiografia. “Era um documentário sobre um vigarista com alguns toques de comédia”. Curiosamente, a primeira aparição do Vagabundo (The Tramp), o principal personagem de Charles Chaplin, que o fez ser conhecido por todo o mundo, não foi em Making a Living. Apesar do título brasileiro indicar o nome do personagem (para fins publicitários), a estreia do vagabundo ocorreu apenas no filme posterior a sua estreia, chamado Kid Auto Races at Venice (Corrida de Automóveis para Crianças), onde já havia a caracterização deste (chapéu-coco, bengala, terno apertado, calças largas, grandes sapatos e o bigodinho) mas a psicologia do vagabundo ainda não estava completamente formada, isso aconteceu na medida que suas atuações foram evoluindo. A caracterização do personagem de Chaplin em Making a Living era um pouco diferente e suas atitudes demonstravam mais em se tratar de um certo mau caráter, que tenta se dar bem a todo custo:
Ele usava uma cartola cinza, um colete xadrez, colarinho engomado, echarpe de bolinhas e monóculo. O mais surpreendente foi o grande bigode curvado de vilão triste dos palcos. No começo do filme, ele estabelece o embuste, que são suas elegantes pretensões, ao pedir um empréstimo a um amigo moribundo (interpretado por Lehrman). A primeira gag tipicamente chaplinesca é quando ele rejeita desdenhosamente a moeda oferecida, por ser muito desprezível, mas depois a agarra apressadamente, antes que o amigo possa mudar de ideia. (ROBINSON, 2011. p108)
O primeiro personagem de Chaplin no Cinema, em Making a Living, de 1914.

Ao que se sabe, a repercussão do primeiro filme de Chaplin na Keystone não foi a esperada por Sennett, que inclusive teria dito à ele algo do tipo: “Faça melhor no próximo”. Chaplin também teria odiado o filme, principalmente por ter verificado que, na edição, Lehrman teria cortado boa parte de suas gags, que fariam uma diferença positiva no resultado final. A urgência de Chaplin em compor um personagem novo para o segundo filme deu-se, sobretudo, por esse motivo.
Entretanto, as críticas por parte da imprensa da época, foram positivas: “O esperto ator que interpreta o trapaceiro… é um comediante da mais alta qualidade”. Ganhando cada vez mais o público e a crítica, Charles Chaplin estava  mesmo destinado a tornar-se uma lenda na história do cinema.
Ficha Técnica

Direção: Henry Lehrman|Roteiro: Reed Heustis|Produção: Mack Sennett|Direção de Fotografia: Enrique Juan Vallejo, Frank D. Williams|Intérpretes principais: Charles Chaplin – o escroque, Henry Lehrman – o noivo, Virgínia Kirtely – a jovem|Duração:12’54”, preto e branco|Estreia: 02 de fevereiro de 1914

Extraído do http://charliechaplin.wordpress.com/2014/02/01/os-100-anos-de-estreia-de-charles-chaplin-no-cinema/

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Papa Bento XVI, estaria envolvido no sacrificio de crianças na França!


BRUXELAS - Políticos italianos concordaram em trabalhar com a ITCCS, em uma ação de direito comum contra o deposto Papa Bento XVI, Joseph Ratzinger.
A ação veio depois de uma nova testemunha confirmar o envolvimento de Ratzinger em um ritual de sacrifício de crianças na Holanda , em agosto de 1987.
"Eu vi Joseph Ratzinger assassinar uma menina em um castelo francês , no outono de 1987 ", afirmou a testemunha, que participou regularmente no ritual de tortura e assassinato de crianças .
"Era feio e horrível, e isso não aconteceu apenas uma vez. Ratzinger muitas vezes participou . Ele e Dutch (cardeal católico) Alfrink  ( Bilderberger fundador ) e Príncipe Bernhard foram alguns dos homens mais proeminentes que participaram . "
Esta nova testemunha confirma o relato de Toos Nijenhuis , uma mulher holandesa que veio a público em 08 de maio como testemunha ocular de crimes semelhantes envolvendo Ratzinger, Alfrink e Bernhard .
Logo após ter deixado o papado no dia 11 de fevereiro, Joseph Ratzinger foi condenado por crimes contra a humanidade em 25 de fevereiro de 2013 pelo Tribunal com sede em Bruxelas o Direito Internacional Comum de Justiça emitiu de prisão contra ele. Desde então, ele tem fugido da prisão no Vaticano sob um decreto do atual Papa Francisco .
O surgimento desta nova evidência de cumplicidade no assassinato de crianças levou um grupo de políticos italianos a concordar em trabalhar com as ITCCS para enfrentar o papado com um caso  contra o atual Papa Francisco , Jorge Bergoglio , por causa de seu acolhimento a Ratzinger e sua própria cumplicidade em crimes de guerra. Os políticos estam em negociações fechadas com representantes do ITCCS desde 22 de setembro.                                                          " Nós estamos olhando para a revisão de não abolir Tratado de Latrão do nosso país com o Vaticano , cujas ações estão abrigando estupradores de crianças, e certamente atendem à definição de uma organização criminosa transnacional no âmbito do direito internacional ", afirmou um porta-voz de um dos políticos.
Em resposta, durante a mesma semana de 7 de outubro , quando essas novas alegações vieram à tona, o Vaticano iniciou uma série de ataques contra grupos do ITCCS na Europa envolvidos em documentar o envolvimento da Igreja em rituais de assassinatos contra crianças.
Agentes pagos sabotaram o ITCCS em trabalhos na Holanda e na Irlanda, e no dia 14 de Outubro o site principal do ITCCS foi destruido.
Fontes políticas em Roma , revelaram que esses ataques foram pagos e coordenados pelo Escritório da agência de espionagem do Vaticano conhecida como a " Santa Aliança ". As fontes também envolveram os agentes do Núncio Apostólico na Holanda , o arcebispo André Dupuy , que fez o contato direto com dois dos sabotadores ", Mel e Richard Ve " , e com o arcebispo de Dublin, Diarmuid Martin, que também pagou suborno para atrapalhar os trabalhos do ITCCS na Irlanda.
"Obviamente, o Vaticano está em pânico . Este é um bom sinal ", comentou hoje de Nova York o Secretário Kevin Annett do ITCCS.

" A maré política mudou contra a igreja , e não é mais possível para os assassinos de crianças em trajes que se escondem atrás do Tratado de Latrão. E em sua agonia, a hierarquia da Igreja está usando seus métodos usuais de mentiras e desinformação a mudar o foco de sua própria culpa criminal. "
Em resposta a essa descoberta e os renovados ataques a seu trabalho , a Direção Central do ITCCS em Bruxelas fez hoje o seguinte anúncio para mídia mundial e para suas afiliadas nos vinte e seis países:
1 . No mês de novembro , a nossa rede vai convocar uma conferência de imprensa mundial em Roma, com políticos italianos para anunciar uma nova fase da nossa campanha para desestabilizar o poder secular do Vaticano. Esta campanha irá incluir o lançamento de uma nova ação judicial de direito comum contra a atual Papa Francisco e seus agentes por cumplicidade em crimes contra a humanidade e assassinato de crianças em rituais.
2 . Para salvaguardar esses esforços, nosso Web site principal em www.itccs.org foi restaurado e protegido com novos recursos de segurança . Além disso, a partir de agora , todas as seções ITCCS irá operar sob uma Carta oficial, que todos os membros devem assinar e jurar . Uma cópia desta carta será afixada no itccs.org e distribuído para todas as nossas seções.
3. A título de informação , o nosso site na televisão ex- www.itccs.tv foi comprometido e apreendidos pelos agentes pagos conhecidos pelos apelidos " Mel e Richard Ve " , que estão agindo em oposição deliberada aos ITCCS para denegrir o nosso trabalho e para o bem nome de Kevin Annett , nosso Secretário. Nem " Mel e Richard Ve ", nem o site itccs.tv é parceiro nem de qualquer forma representam os ITCCS .
4 . Jorge Bergoglio (Papa Francisco ) e outras autoridades do Vaticano estão agora sob investigação criminal por crimes hediondos que envolvem o tráfico , tortura e assassinato de crianças .    Aconselhamos todas as pessoas a abster-se de ajudar Bergoglio e seus agentes , sob pena de condenação sumária por participar de uma conspiração criminosa comprovado que emana da Curia e do Gabinete do Romano Pontífice.

Esta declaração foi emitida em 28 de outubro de 2013 pela Direção Central do Tribunal Internacional para Crimes da Igreja e do Estado , em Bruxelas , na Bélgica.

Fonte extraída: