sábado, 13 de setembro de 2014

A importância do 5 de outubro de 2014


Há poucos dias para eleição, ouvimos pensamentos  como: Não vou vota em ninguém, são todos ladrões ou não gosto de político e não preciso dela para nada entre outro pensamentos infelizmente ignorantes  e incompatível com a realidade. Por que?
A política afeta diretamente o nosso cotidiano e não nos damos conta disso, ao irmos ao hospital (publico ou privado) a procura  de atendimento, o modo como iremos ser tratados e recebidos é a politica que decide. O valor  abusados  dos alimentos ,dos ingressos do show ,da água, luz e telefone... da qualidade e eficiência  da segurança, educação e economia , o reajuste do salario mínimo e da aposentadoria, passa por decisões  políticas.E cabe a nós eleitores escolhemos os melhores, com responsabilidade e compromisso e nunca vota só por vota ou pior optando por anula ou vota em branco, pois só faz agrava ainda mais os vastos problemas do nosso País.

O individualismo não leva a lugar nenhum, quando não percebemos que esta atitude só beneficia os maus políticos que vive na custa da nossa omissão, o Brasil continuará com os graves problemas social, políticos, econômicos, éticos e ambientais  existentes desde 1500.
Se paramos para refletir: terá nossa civilização nascido e se desenvolvido para que cada um pensasse apenas em si mesmo ou nos poucos que estão ao seu lado e que pertencem ao seu círculo familiar ou de amigos?
Só com uma sociedade unida, organizada e participativa é que teremos uma possibilidade real de mundo melhor e não através de governos fajutos.Há deveres a cumprir e erros a corrigir em todos os aspectos da vida em sociedade , e isto é responsabilidade de cada um de nós, quem foge a essa responsabilidade, ou imagina que tudo é culpa do governo e que só cabe ao governo conserta, esta também renunciando aos seus direitos e a sua cidadania. Quando depositamos nas mãos do governos todas as responsabilidades, estamos também entregando a ele todos os direitos, entre eles o de limitar ou até extinguir a nossa liberdade.
Nesta época é difícil tomar uma decisão, pois os programas eleitorais nas emissoras de rádio e tv parecem ser todos iguais. Procure entender os projetos e ideias do candidato que você pretende votar. Será que há recursos disponíveis para que ele execute aquele projeto, caso chegue ao poder? Nos mandatos anteriores ele cumpriu o que prometeu? O partido político que ele pertence merece seu voto? Estes questionamentos ajudam muito na hora de escolher seu candidato. 
Muito tem se falando em mudança no quadro político de São Lourenço da Mata e este ano eleitoral e uma ótima oportunidade de construir esta projeto. Pois é neste período que os postulantes a disputarem ao cargo publico mais alto de SLM,estão organizando-se e fortalecendo-se para 2016.

Pense bem antes de vota, pois a decisão que você escolherá neste ano será decisivo para próxima que esta por vir!

terça-feira, 9 de setembro de 2014

O lado B de Stalin e o culto ao ditador

O ditador que matou milhões de pessoas de fome, traiu companheiros e usou seu povo como bucha de canhão... Ainda tem fãs na Rússia, para quem ele foi responsável pela modernização do país e pela vitória sobre Hitler
Texto Marina Darmaros, de Moscou, e Wagner Gutierrez Barreira | 18/10/2013 19h21
No começo do ano, no povoado de Akura, na Geórgia, a população reinaugurou um busto de Josef Stalin, o ditador que comandou a União Soviética com mãos de ferro e sede de sangue por três décadas, de 1922 até sua morte, há 60 anos. A estátua havia sido retirada pela prefeitura em 2010, mas os moradores resolveram gastar dinheiro do próprio bolso para restaurar a obra e devolvê-la ao seu pedestal na praça principal do lugar. "Não se pode esconder a história", disse a moradora Elgudja Bluishvili. "Se foi bom ou mau, ele agora é parte disso, e nasceu na Geórgia."



A história já deu a Stalin seu lugar: o de tirano cruel. O homem sem escrúpulos que não se importou em matar milhões de ucranianos, cazaques e siberianos de fome durante o perío-do de coletivização do campo na URSS, no início dos anos 30. O líder responsável pela morte de 700 mil bolcheviques e militares nos chamados Processos de Moscou, no qual a maioria das "confissões" era obtida por meio de tortura. O maquiavélico que fez alianças com membros do partido apenas para isolar supostos adversários e, em seguida, traí-los e condená-los à morte. O comunista sem princípios que se aliou ao nazismo com o pacto de não agressão de 1939. O general paspalho que usou a população russa como bucha de canhão na Segunda Guerra, na qual a URSS perdeu quase 24 milhões de pessoas (em comparação, as baixas da derrotada Alemanha não chegaram aos 8 milhões). Por fim, sua morte levou à divisão mundial do comunismo, com defensores e detratores que romperam com o monolito esquerdista que seguia os ditames de Moscou.

A volta do culto à personalidade de Stalin nos países da antiga União Soviética, em especial na Geórgia, onde nasceu, e na Rússia, a capital do império, não é obra de amadores nem se limita a fãs esparsos do ditador bigodudo. Ela encontra eco em intelectuais e historiadores. E pode ser vista nas ruas de Moscou. Desde outubro do ano passado, uma organização civil chamada Sindicato dos Cidadãos Russos recolhe assinaturas para devolver a Volgogrado o nome pelo qual a cidade se tornou célebre em todo o mundo: Stalingrado. Ali, durante a Guerra Civil que se seguiu à Revolução Bolchevique, Stalin conduziu o Exército Vermelho e conquistou uma grande vitória. Em 1925, quando ele já exercia plenamente o poder na URSS, o Comitê Central do Partido Comunista propôs que a cidade ganhasse seu nome - e como Stalingrado ela foi palco de uma das maiores, mais sangrentas e heroicas batalhas da Segunda Guerra. O nome perdurou até 1961.
Stalingrado

No site da organização, explica-se que "a posição do Sindicato dos Cidadãos da Rússia é simples e compreensível a cada patriota". O abaixo-assinado recolheu na internet 9 780 assinaturas a favor da mudança - e 687 contra. Na véspera das últimas eleições presidenciais, já se acreditava que o presidente russo, Vladimir Putin, rebatizaria a cidade para atrair eleitores. Membros do Clube de Especialistas de Volgogrado conseguiram mudar o nome da cidade por um dia em comemoração aos 70 anos da vitória das tropas soviéticas, em 2 de fevereiro. "A ideia é fazer disso uma tradição, enquanto não se resolve a questão da renomeação da cidade", diz o cientista político Vitáli Arkov, membro do grupo.

Stalin, batizado Iosif Vissarionovich Djugashvili, morreu em março de 1953. Desde então, a Rússia está na terceira onda de "desestalinização". A primeira, conduzida por Nikita Kruschev em seu discurso secreto no 20º Congresso do Partido Comunista da URSS, revelou os crimes de Stalin. Em 1961, quando Stalingrado foi rebatizada de Volgogrado, o corpo do tirano foi retirado do gélido mausoléu da Praça Vermelha, onde ainda hoje estão em exposição os restos de seu predecessor, Vladimir Lenin. Stalin foi enterrado próximo de um dos muros do Kremlin - ainda hoje é um dos túmulos mais visitados no local.

A segunda onda veio nos anos 80, com a perestroika de Mikhail Gorbachev. O líder que implodiu a URSS combatia qualquer manifestação de apoio ao totalitarismo. Um dos pontos altos dessa fase foi o filme Pokaianie (Confissão), de 1984. Uma crítica alegórica ao stalinismo, a ficção do georgiano Tenghiz Abuladze foi imediatamente proibida na União Soviética. Relançado três anos depois, com a abertura promovida por Gorbachev, ganhou a Palma de Ouro do Festival de Cannes em 1987.

Por fim, a terceira onda é recente. Iniciou-se em 2010 com a nomeação de Mikhail Fedotov ao cargo de chefe do Comitê Presidencial para os Direitos Humanos. Uma das primeiras ações de Fedotov foi declarar guerra ao culto a Stalin. Ele contava com o apoio do então presidente Dmitri Medvedev para a criação de um novo projeto de "desestalinização da consciência russa" a partir de 2011. A confirmação de Fedotov no cargo em 2012 levou os russos, que antes acreditavam na contrariedade de Putin ao processo, a crer no seu apoio à desestalinização, apesar de seu silêncio quanto ao assunto.

O silêncio se explica. Até hoje o tirano goza da simpatia de uma boa parcela da população russa. De acordo com estudo do VtsIOM (Centro Russo de Pesquisas de Opinião Pública) publicado em abril de 2011, um em cada quatro russos afirma que sua família sofreu repressão na era Stalin. Mas só 26% dos entrevistados apoiam a "desestalinização" - e quase metade consideram os esforços como "tagarelice" e "mitificação". Também cresceu o número de russos que consideram o papel de Stalin como positivo: de 15% em 2007 para 26% em 2011.


Avanços econômicos

Combater o georgiano, notaram logo as autoridades russas, não era tarefa fácil. Na primeira vez em que se ensaiou uma reabilitação do tirano, não havia transcorrido nem dez anos de sua morte. O líder Leonid Brejnev, considerado um neostalinista, citou Stalin nas comemorações dos 20 anos do fim da Grande Guerra Patriótica, o nome como os russos chamam a Segunda Guerra. "Não devemos encobrir os erros, mas também não podemos encobrir os méritos. Portanto, respeitemos Stalin", disse Brejnev, sob aplausos.

Que méritos são esses? O ex-vice-presidente da Comissão Presidencial Contra a Falsificação da História em Favor dos Interesses da Rússia Issaak Kalina é conhecido por defender o uso de livros de história da Federação Russa redigidos por Aleksandr Filippov, os quais se referem a Stalin como "um administrador eficiente" e à repressão civil como "custos" do progresso. De fato, a habilidade como "administrador" é o principal argumento dos que advogam em seu favor hoje. Mesmo durante sua vida, teve seus méritos reconhecidos, até pela insuspeita revista conservadora norte-americana Time, que o escolheu "homem do ano" duas vezes, em 1939 e 1942.

Basta uma análise de alguns números dos dois primeiros Planos Quinquenais soviéticos, tocados a mando de Stalin. Vale lembrar que o planeta enfrentava a Grande Depressão que sobreveio ao Crash de 1929 (a URSS era um país isolado, mas ainda assim os avanços são impressionantes). "A economia soviética, segundo as mais recentes e confiáveis estimativas, cresceu no mínimo 70% entre 1933 e 1938", registra Richard Overy, professor do King¿s College de Londres, em seu livro Os Ditadores. Ainda que os esforços soviéticos não tenham valorizado o consumo de massa, o planejamento econômico dos comunistas foi capaz de, entre 1928 e 1937, fazer a produção de máquinas crescer incríveis 2 425%. O número da produção de automóveis foi catapultado de 800 unidades anuais para 200 mil no mesmo período. Muitos fundamentos do estudo da macroeconomia, hoje matéria obrigatória em cursos de economia, são resultado do trabalho dos burocratas soviéticos.

"Vinte milhões de pessoas morreram em três ou quatro anos com a Guerra Civil, e a Primeira Guerra resultou em ainda mais 1,5 milhão de mortos. O país sumiu do mapa da política mundial, era apenas sangue, chamas, violência", diz o historiador Aléksandr Vershínin, do Centro de Análises da Governança. "Stalin surgiu do sangue da guerra civil. E, no lugar do caos, instalou a calmaria."

Se houve calma, foi a paz dos cemitérios. Não existem números definitivos, mas fala-se em 8 milhões de mortos de fome na URSS, 5 milhões dos quais na Ucrânia, por causa da política de industrialização e da coletivização forçada do campo. Stalin enviava comissários para checar a produção e identificar desvio de grãos, mas não dava ouvidos às críticas. Quando um funcionário ousou relatar o que ocorria na Ucrânia, Stalin o cortou, como relata Simon Sebag Montefiore em Stalin, a Corte do Czar Vermelho: "Fabricar tal conto de fadas sobre a fome! Achou que nos assustaria, mas não vai funcionar". Em seguida, sugeriu que o burocrata deixasse o comitê central do partido na Ucrânia e entrasse para a União dos Escritores, onde poderia se dedicar à ficção. Mas a fome era real. Tristemente real.

Linha do tempo
1902 - A primeira das sete prisões de Stalin, que usava o codinome Koba, tirado de um romance

1905 - Atende ao congresso do partido, na Finlândia, onde atrai pouca atenção

1912 - Por indicação de Lenin, entra para o comitê central do partido e adota o nome Stalin

1913 - Publica um artigo sobre marxismo e questão nacional que vai ajudá-lo a crescer no partido

1917 - Torna-se editor responsável do Pravda, o jornal oficial dos bolcheviques

1917 - Na Revolução de Outubro, é ofuscado pelas ações de Leon Trotski

1918 - Destaca-se em vários fronts na Guerra Civil. Também vira comissário de nacionalidades

1921 - Em seu testamento político, Lenin pede que Stalin não ocupe o secretariado

1922 - Assume o posto que só deixaria morto: secretário-geral do comitê central do Partido Comunista

1924 - Lenin morre. Stalin e aliados eclipsam Trotski, o sucessor natural na liderança da União Soviética

1924 - Stalin assume o poder em um triunvirato, ao lado de Grigory Zinoviev e Lev Kamenev

1928 - Começa o processo de industrialização e de coletivização da agricultura na URSS

1929 - Stalin manda Trotski para o exílio, acusado de trair a revolução. Ele seria morto no México, em 1940

1934 - Sergo Kirov é assassinado em Leningrado. Foi o pretexto para os expurgos no partido

1936 - Kamenev e Zinoviev são julgados por traição, depois de confessarem sob tortura, condenados e mortos

1937 - Mikhail Tukhachevsky, maior autoridade militar do país, é condenado à morte por traição

1939 - URSS e Alemanha assinam o pacto de não agressão, que garante aos comunistas o leste da Polônia

1941 - Com a Operação Barbarossa, a Alemanha invade a URSS e em outubro chega perto de Moscou

1945 - Tropas soviéticas entram em Berlim e colocam a bandeira comunista no alto do Reichstag

1948 - Tito, o líder comunista da Iugoslávia, é o primeiro dirigente a romper com o stalinismo

1947 - Jdanov, membro do comitê central, inicia uma série de expurgos entre intelectuais e cientistas soviéticos

1953 - Stalin comanda a prisão e morte de médicos, a maioria judeus, que trabalhavam no Kremlin

1953 - Stalin morre sozinho em sua dacha depois de ser vítima de um acidente vascular cerebral

1956 - No 20º Congresso do Partido Comunista, Nikita Kruschev denuncia os crimes de Stalin


A vida íntima do ditador

Certa vez, Stalin perdeu a compostura com seu filho Vassíli, que havia se aproveitado do sobrenome famoso. "Mas eu sou um Stalin também", rebateu o filho. A tréplica foi colérica: "Não, você não é. Você não é Stalin e eu não sou Stalin. Stalin é o poder soviético. Stalin é o que ele é nos jornais e nos retratos, não você, nem mesmo eu!"



Amor de pai: Svetlana era a filha querida, mas sofreu com o suicídio da mãe e a ausência paterna. Foi uma jovem rebelde e renegou o pai quando adulta

A vida pessoal do ditador foi um grande tumulto. Iosif Vissarionovich Djugashivili nasceu 1878 em Gori, na Geórgia. Vissarion, seu pai beberrão, trabalhou como sapateiro e costumava espancar a mãe, a lavadeira Ekaterina (Keké) e o pequeno Soso - ele morreu numa briga e foi enterrado como indigente. Seus dois irmãos morreram na infância e ele mesmo sobreviveu à varíola. O menino estudou em um seminário e conviveu com dúvidas sobre a paternidade. "É possível que Stalin seja filho de seu padrinho, um rico estalajadeiro", diz Simon Montefiore. O próprio ditador disse uma vez que seu pai era um padre.

Em 1899, expulso do seminário, tornou-se revolucionário em tempo integral e assaltava bancos para ajudar o caixa do partido. Adotou o nome Koba, um personagem fora da lei do romance O Parricida. Foi preso pela primeira vez em 1902 e enviado para a Sibéria. Fugindo da cadeia e voltando a ela, casou-se com Ekaterina Svanidze, com quem teve um filho, Iákov. Ela sucumbiu a uma tuberculose, aos 29 anos. No enterro, Stalin disparou uma frase premonitória: "Ela morreu e com ela morreram meus últimos sentimentos ternos pelas pessoas".

Stalin, codinome que adotou em 1912, significa aço, ou feito de aço. O viúvo se casou com um antiga datilógrafa de Lenin, Nádia Alliluyeva. Ele tinha 41, ela 18. Tiveram dois filhos, Vassíli e Svetlana. Nádia se suicidou com um tiro, dentro do Kremlin.

O primogênito Iákov, oficial de artilharia, foi preso no início da Segunda Guerra e os nazistas tentaram envolvê-lo numa troca de prisioneiros. Stalin rejeitou a proposta e seu filho morreu no campo de concentração de Sachsenhausen. Vassíli foi um jovem desregrado, piloto da aeronáutica. Morreu em 1962, em decorrência do alcoolismo. Svetlana, a queridinha, depois de vários casamentos infelizes, fugiu da URSS, voltou, e por fim se estabeleceu nos EUA. Escreveu duas autobiografias e ficou rica. Perdeu todo o dinheiro e morreu na obscuridade.

Saiba mais

Livros

Stalin, a Corte do Czar Vermelho, Simon Sebag Montefiore, Companhia das Letras, 2003

Stalin, Triunfo e Tragédia, Dmitri Volkogonov, Nova Fronteira, 2004

Os Ditadores - A Rússia de Stalin e a Alemanha de Hitler, Richard Overy, José Olympio, 2009

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

A importância do debate político


Por: João de Tidinha
Ao se aproximar a data das eleições o cidadão precisa conhecer o candidato a quem ele confiará o destino do seu município nos próximos quatro anos. Nesse aspecto, os debates políticos entre os candidatos são essenciais para o eleitor avaliar com clareza as propostas e as prioridades de cada candidato. O debate aprimora o nosso sistema democrático.
Com o debate, o eleitor terá a oportunidade de discutir, mesmo que superficialmente, os problemas do município e apontar ou sugerir soluções. Por meio do debate os candidatos, sem artificialismo da propaganda produzida que por muitas vezes fazem o eleitor acreditar que eles são demais, poderiam apresentar as suas principais propostas e o seu plano de governo, bem como discutir as ideias do adversário. É uma oportunidade de o eleitor avaliar com mais critério o perfil de cada candidato, a sua linha de trabalho, competência, sinceridade e comprometimento com a solução dos problemas do município. Nesse sentido, o debate público estimula a discussão e os compromissos feitos pelo futuro gestor.
Tendo clara a importância de se pensar o futuro do nosso município, seus problemas e as possíveis soluções, e entendendo o processo eleitoral como fundamental para a nossa democracia, todos os candidatos deveriam aproveitar ao máximo os debates políticos para exporem as suas ideias, seus planos e sua visão de futuro. Não obstante, a cultura da dádiva e do favor, do clientelismo, da política como balcão de negócios ainda ter muita força, já avançamos muito e temos uma grande parcela da população crítica e consciente de seus direitos de cidadania.

Diante de tudo isto, é importante refletirmos: Vale a pena votar em candidatos que não valorizam os debates? Não expõe suas ideias e propostas? Não dialoga com o povo?


SINTONIZANDO O LEITOR:
Por que não realizar em São Lourenço da Mata?É perfeitamente viável a realização de um debate desta magnitude e importância para o fortalecimento da democracia,só basta vontade em realização deste programa por parte da imprensa local e candidatos para que esta ideia saia do papel.O debate seria transmitido pela uma emissora de radio  e online,alcançado assim todos de São lourenço da mata.

sábado, 6 de setembro de 2014

Entenda o Ice Bucket Challenge: desafio que transforma banhos gelados em solidariedade


Se você viu na sua timeline um vídeo com alguém tomando um banho com um balde cheio de água e gelo, saiba que a brincadeira tem uma causa nobre. A campanha Ice Bucket Challenge, ou ''desafio do balde de gelo',' mobilizou famosos do mundo e do Brasil, e é o novo viral das redes sociais.
O que é o Ice Bucket Challenge?
O desafio nada mais é que uma campanha solidária para ajudar a ALS Association, uma organização americana sem fins lucrativos que arrecada fundos para financiar pesquisa e ajudar pacientes com a Esclerose Lateral Amiotrófica, também conhecida como doença de Lou Gehrig.
Como funciona o desafio?

O desafio funciona assim: a pessoa toma banho de água gelada, publica a cena nas redes sociais, e depois desafia os amigos. Quem for desafiado tem 24 horas para aceitar e, então, encher um balde de gelo com água e fazer o mesmo. Se não fizer, deve doar US$ 100 para a associação. Mas é claro que a ideia é fazer os dois: o desafio, para divulgar a causa, e a doação.Segundo comunicado divulgado pela ALS Association, a campanha arrecadou US$ 15,6 milhões em doações no período de 29 de julho a 18 de agosto.
Por que um banho?

Segundo Élica Fernandes, gerente executiva e social da Associação Brasileira de Esclerose Amiotrófica o gesto é simbólico:
– Receber o diagnóstico de ELA é como receber um balde de água gelada na cabeça pois a doença é rara e não tem cura.

Qual a origem do viral?

De acordo com o Facebook, o viral teria começado na cidade de Boston e se espalhado pelo mundo. O motivo seria o ex-jogador de baseball Pete Frates, que foi diagnosticado com a doença em 2012. A campanha ganhou grandes proporções quando o fundador do Facebook, Mark Zuckerberg tomou o banho gelado e depois desafiou Bill Gates, fundador da Microsoft a tomar um banho de balde também. Segundo a rede social, mais de 1,2 milhão de vídeos relacionados ao desafio já foram publicados no site.

O que é a esclerose lateral amiotrófica?
A Esclerose Lateral Amiotrófica – (ELA) é considerada uma doença degenerativa do sistema nervoso, que acarreta paralisia motora progressiva, irreversível, de maneira limitante. A doença tem como característica a degeneração progressiva dos neurônios motores no cérebro (neurônios motores superiores) e na medula espinhal (neurônios motores inferiores).
Até o momento, não se conhece a causa específica da doença. O principal sintoma é a fraqueza muscular, seguida da deterioração dos músculos (amiotrófica), começando nas extremidades, usualmente em um lado do corpo (lateral). Outros sintomas também são  tremores musculares, cãibras, reflexos exaltados, atrofia, espasticidade e diminuição da sensibilidade. Os fatores de risco são: pertencer ao sexo masculino, desempenhar atividade física intensa, ter sofrido algum tipo de trauma mecânico, ter sido vítima de choque elétrico.
E no Brasil ?
Segundo dados da Associação Brasileira de Esclerose Amiotrófica, a ELA afeta 1,5 pacientes para cada 100 mil habitantes. A estimativa é de que surjam dois mil casos novos a cada ano. Após o diagnóstico não existe uma estimativa de vida fechada. Algumas pesquisas mostram que os pacientes vivem de dois a cinco anos. Entretanto, na ABrELA existem casos de pessoas que convivem com a doença há mais de 20 anos.

Como o viral chegou ao Brasil, um acordo foi firmado entre ABrELA, Instituto Paulo Gontijo e a ALS Association para que todas as doações brasileiras fossem revertidas para institutos e associações do Brasil. Para doar acesse:http://www.abrela.org.br/ ou http://www.ipg.org.br/ipg/faca-uma-doacao/lan/br








quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Não ha motivos para esta Autoflagelação...Bola para frente que a vida continua!


Hitler não teve filhos e os parentes mais próximo a ele são  3 sobrinhos-netos vivos e um morto.Os vivos estão morando morando nos EUA: Alexander Adolph Stuart-Houston,
Louis Stuart-Houston e Brian Stuart-Houston.O sobrinho-neto morto se chamava Howard Stuart-Houston.Todos eles fizeram um pacto para não ter filhos, para acabar com a linhagem.
 (Mundo Estranho,Edição de Abril de 2008)Lamentável e triste,pois em vez de uma atitude covarde eles poderiam de alguma forma limpa o nome da família, só por direitos autorais de publicações sobre Adolf Hitler daria para funda um entidade para ajuda pessoas passando por necessidades por exemplo, não se pode por causa de um erro de um membro da família prejudica todo os outro. Já a família do líder comunista Joseph Stalin pensam diferente, seu neto Yevgeny Dzhugashvilli  tenta limpar o nome do avô. Em 2009 entrou na justiça  para  processa jornal por difamar seu avô,além disso faz campanha  para restaurar a imagem do líder soviético.



Edda Negri Mussolini neta do tirano Mussolini seguiu os passo do avô e é politico ativa na Itália e defensora do avô.Afirmou “temo muito orgulho do avô,por ter feito muito boas coisas,incluindo limpar os pântanos de Roma que ajudava a propagar a malária.”



Você não pode pagar por um crime que não cometeu, viva  sua vida Sei que não dá pra mudar o passado mas o presente e o futuro é você que constrói, não seja um covarde, pois” Os covardes morrem várias vezes antes da sua morte, mas o homem corajoso experimenta a morte apenas uma vez. ”Por mais difícil que seja não deixe de busca a felicidade por causa de fantasma do passado......

domingo, 31 de agosto de 2014

Psol e o seu Blá Blá Blá em plena festa de São Lourenço de Huesca!Quem não te conhece que te compre

Acabei de ver uma panfleto distribuídos pelo sol em plena festa do padroeiro, tendo como titulo A COPA DO MUNDO SE VAI E OS PROBLEMAS PERMANECEM.E um texto que critica ao evento esportivo realizado a um mês no brasil em especial em São Lourenço da Mata, que foi um das sedes do mundial.  Conteúdo politiqueiro,fútil, incoerente, desnecessário que não contribui em nada para soluções dos problemas da cidade ...
Analisando o texto:
“...Forçadamente, ganhou mais um rótulo, a CIDADE DA COPA...”? Não diria forçadamente  e sim merecimento como por exemplo o náutico tem o “rótulo” hexa campeão de PE, recife a de Veneza Brasileira, Paris o “rótulo” cidade do amor,Caruaru a capital do forró.... não vejo rótulo como coisas ruim com o Psol afirma, eu acredito por Psol ser um partido socialista tem receios de rótulos, pois eles são conhecidos  como comedores de criancinhas, monstros sanguinários ou diabos vermelhos!

“Os únicos interesse da FIFA e de seus patrocinadores comerciais é com o lucro pela realização do eventos”:Verdade,até porque quem investe que retorno, isto é a lei natural do mundo dos negocio, entretanto a população também teve interesse na realização da copa, tanto é verdade que a copa do mundo no Brasil teve um público de 3.429. 873 e uma média 53.591,8 pessoas por partida é o Psol/SLM não pode se omiti deste fato.

.”...envolvimento direto do povo nas divisões da cidade”? Até onde eu sei tudo que acontece na cidade, no estado e no País e com autorização dos cidadãos Brasileiros neste caso São Lourencenses e mais quem escolhem os gestores é o povo! O fato do povo não escolhe determinados tipos de  políticos, não significa que o povo não esta exercendo sua cidadania ou não esta envolvidos nas decisões  politicas de sua  cidade ou o povo só exerce seus direitos e deveres  só se apoiares ideais de uma minoria de políticos?
E indiscutível  a importância para o desenvolvimento e o progresso que o mundial causa no pais que o sediar a grande questão é a falta de planejamento, interesse do poder publico para revolver os problemas sociais, políticos e econômicos e preparo das cidades sedes para sediar um mundial desta magnitude.Trouxe muita expectativas, mais dentro das limitações da cidade de são Lourenço da mata foi bom, gerou empregos temporais, crescimento imobiliário é real,implantação de indústria como Fabrica Famastil Taurus Ampliação da Mec Tronic, a instalação do Banco do Mordeste...É importante salienta que o dinheiro aplicado na copa não é da educação,saúde,segurança... e nunca seria gasto neste setores da sociedade.

Um fato negativo da copa é a alta da inflação da RMR pelo segundo mês . A alta em junho de 0,71%,teve como grande vilão o mundial, que elevou as diárias dos hotéis em 32,69%,as passagens aéreas subiram 11,03%.Fato positivo é que o mundial acelerou obras estruturais como a duplicação da BR 408,a via mangue, os BRV da Avenida Caxanga, que não fosse a copa ainda estaria no papel ou iniciando seus trabalhos.

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Explicação rápida para suicídios é banalizar a depressão, dizem psicólogos


Demétrio Rocha Pereira
Fica fácil pôr ordem no caos depois do ato consumado: Robin Williams tirou a própria vida porque sofria, como o brasileiro Fausto Fanti, do mal dos comediantes aflitos, gente que ri e faz rir não por ser feliz, mas por extrair comédia do que na vida é trágico. O risco de dedicar um mesmo saco para depressões particulares é o de se pegar, por ato falho, falando em Robin Fanti e Fausto Williams, meros exemplares de uma categoria.
– O tema da dor psíquica e a sua manifestação extrema, o suicídio, é muito sério e complexo. Não pode ser pensado de forma uniforme, sob pena de o glamourizarmos. O suicídio é expressão de intensa dor psíquica, e a depressão deve ser olhada com muita cautela, porque fala da singularidade de cada pessoa no enfrentamento das dificuldades da vida – observa a psicanalista Mônica Macedo, professora da Faculdade de Psicologia da PUCRS.
Tanto o ator que animou as fanfarras de Patch Adams quanto o gênio-fundador de Hermes & Renato fizeram fama com o humor e sofriam de depressão quando optaram pelo suicídio. Além daí, as semelhanças empacam, e dar sentido igual aos dois casos é tão tacanho quanto comparar a psicologia de Getúlio Vargas com a de Kurt Cobain. A confusão e o tabu em torno do suicídio favorecem a expectativa por um receituário:
– As pessoas se chocam e tentam interpretar rapidamente o suicídio porque ele desperta angústia. Vivemos em uma época em que todos devem estar felizes. Quando o suicídio aparece como fato público, é como se fôssemos confrontados com a tristeza, o sofrimento, a insatisfação – diz Monica.
Em coluna recente na Folha de S.Paulo, o psicanalista Contardo Caligaris defende a ideia de que a expressão corporal é causadora dos afetos, e não o contrário. Primeiro vem o riso, depois a alegria. Caligaris se apoia em uma pesquisa publicada em maio por dois médicos americanos que tratam a depressão enxertando botox nos pacientes. Incapazes de mexer os músculos do rosto triste, os depressivos não veriam outra saída senão a da alegria. Mas logo se vê que um semblante contente não era bem o que faltava a Robin Williams.
Entre os sintomas da depressão, alerta a professora Mônica, estão o desinteresse, a falta de projetos e de criatividade. E, como a tristeza é um sentimento condizente com diversas situações da vida, vetá-la pode ser um primeiro passo rumo à apatia.
– Sem poder expressar tristeza, a pessoa encontra formas de se anestesiar diante da dor, entre elas o consumo de drogas e de álcool. Mostrar-se feliz enquanto se sente infeliz é como viver duas vidas – afirma Mônica.
Leia também:
Suicídio: conversa para quebrar tabu

Contra a banalização

Um estudo publicado no Journal of Phenomenological Psychology, em 2009, sugeria que a riqueza e a “imortalidade simbólica” da celebridade vêm ao preço do isolamento, da desconfiança em relação aos outros e da crise de identidade. Seriam os casos de Marilyn Monroe e Michael Jackson. Já a explicação de que os criativos roçam as raias da loucura vem justificando as depressões de Catherine Zeta-Jones e de Mel Gibson.
– Isso é misturar alhos com bugalhos. Debaixo desse ato final podem estar embutidas situações muito distintas. Generalizações de primeira hora buscam, no meu modo de ver, aplacar angústias pessoais, tranquilizar a pessoa que generaliza. Mesmo para nós, que estudamos o comportamento, é difícil lidar com uma situação tão extremada. É um fato penoso e complexo – ressalta o psiquiatra Miguel Jorge, professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), acrescentando que, no caso de Robin Williams, é preciso levar em conta o histórico de consumo de cocaína e álcool, bem como indícios de transtorno bipolar.
Observando que o suicídio é estudado não apenas por profissionais da saúde mental, como também por antropólogos e sociólogos, Miguel sustenta que “não generalizar é uma regra absolutamente preconizada, senão reduzimos a nossa capacidade de compreender o que acontece com cada grupo de pessoas”.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) contabiliza 350 milhões de pessoas que sofrem de depressão em todo o mundo e afirma que 90% dos suicídios poderiam ser evitados com trabalho preventivo.
– É importante divulgar que as pessoas não precisam esperar chegar em uma situação extrema. Devem buscar ajuda toda vez que, sozinhas, não conseguirem dar rumo para conflitos que estão atrapalhando a sua vida. E isso passa por não banalizar a dor psíquica – completa Mônica.

SINTONIZANDO O LEITOR:
Suicídio é o ato de tirar a própria vida intencionalmente. O comportamento suicida trata-se de qualquer ação que possa levar uma pessoa a morrer por meio de um acidente de um carro intencional ou uma overdose de drogas.
As pessoas que cometem suicídio normalmente estão tentando fugir de uma situação da vida que lhes parece impossível de enfrentar. Muitas pessoas que tentam suicídio estão buscando alívio por:
-Sentirem-se envergonhadas, culpadas ou por serem um peso para os demais
-Sentirem-se vítimas
-Sentimentos de rejeição, perda ou solidão
Os comportamentos suicidas podem ser causados por uma situação ou acontecimento que a pessoa encara como devastadora, por exemplo:
-Envelhecimento (os idosos têm a maior taxa de suicídios)
-A morte de uma pessoa querida
-Dependência de drogas ou álcool
-Trauma emocional
-Doença física grave
-Desemprego ou problemas financeiros
A maioria das tentativas de suicídio não resulta em morte. Muitas dessas tentativas são feitas de forma que o resgate seja possível. As tentativas normalmente são pedidos de ajuda.Os parentes de pessoas que tentam ou cometem suicídio, muitas vezes, se culpam ou ficam furiosos. Eles podem ver a tentativa de suicídio como egoísta. No entanto, as pessoas que tentam cometer suicídio em geral acreditam erroneamente que, ao deixar o mundo, estão fazendo um favor a seus amigos e parentes.Saiba mais: http://www.minhavida.com.br/saude/temas/suicidio