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sábado, 25 de outubro de 2014
Não vote com amor. Use a razão
Não temos só duas opções neste domingo(26) de Dilma e Aécio,temos a opção de fazer a escolha certa!
segunda-feira, 20 de outubro de 2014
sexta-feira, 3 de outubro de 2014
Não vamos desistir do brasil
Vejo um cenário muito desaminado e sombrio para o futuro do
nosso país, políticos como: Tiririca, jean wyllys, Anthony garotinho, Aruba,
Collor e tanto outro mau políticos que só contribuem para destruição do Brasil,
sendo aplaudidos, aclamados e até mesmo adorados pelos cidadãos brasileiros que
enciste em coloca estes homens no poder! Não consigo entender! Não sei o que o
povo tem na cabeça? Critica veemente o caos dos serviços público, reclama da
politica e do governo, mais são eles mesmos responsável desta palhaçada,
será que eles não percebem isso? Da sua ignorância política, nasce a
prostituta, o menor abandonado,desemprego,
miséria...A eleição e praticamente Amanhã e não vejo nenhuma manifestação
do povo brasileiro em querer vira o jogo. Onde estão os caras pintadas e os
manifestantes de junho de 2013, que tomaram as ruas por um Brasil melhor? Onde
estão todos eles agora para mudar este país para melhor no domingo e não
continua na mesmice? Será que eles desistiram do brasil e deles mesmo?#VemPraUrna
quinta-feira, 2 de outubro de 2014
Como votar na urna eletrônica?Tire suas dúvidas: perguntas e respostas
Qual é a ordem de votação na urna eletrônica?
A urna exibirá ao eleitor, primeiramente, os candidatos à eleição
proporcional e, em seguida, os referentes à eleição majoritária, nesta ordem:
Deputado Estadual ou Distrital (5 dígitos);
Deputado Federal (4 dígitos);
Senador (3 dígitos);
Governador (2 dígitos); e
Presidente da República (2 dígitos).
A urna exibirá a fotografia de todos os candidatos?
Sim. Aparecerão no painel da urna o cargo disputado, o nome e a
fotografia do candidato, assim como a sigla do partido político. Os painéis
referentes aos candidatos a Senador, Governador e a Presidente da República
exibirão, também, as fotos e os nomes dos respectivos candidatos a suplentes e
a vice.
Quanto tempo o eleitor pode ficar na cabina de votação?
O eleitor poderá permanecer na cabina o tempo necessário para concluir a
votação.
O eleitor pode pedir ajuda aos mesários na hora de votar?
Pode, mas somente quanto à maneira de votar. Aos mesários é vedado
orientar o eleitor quanto às teclas numéricas que devem ser digitadas, não
podendo, em hipótese alguma ─ para que seja preservado o sigilo do voto ─,
ficar ao lado do eleitor.
O eleitor portador de necessidades especiais pode ser auxiliado na hora
de votar?
Sim. Se o presidente da mesa receptora verificar ser imprescindível que
o eleitor com necessidades especiais conte com o auxílio de pessoa de sua
confiança (desde que não esteja a serviço da Justiça Eleitoral, de
partido/coligação ou de candidato) para exercer o direito de voto, está
autorizado a permitir o ingresso dessa segunda pessoa, junto com o eleitor, na
cabina de votação.
Como vota o eleitor deficiente visual?
Para votar, serão assegurados ao eleitor com deficiência visual:
a utilização do alfabeto comum ou do sistema braile para assinar o
caderno de votação ou assinalar as cédulas, se for o caso;
uso de qualquer instrumento mecânico que portar ou lhe for fornecido
pela mesa receptora de votos;
uso do sistema de áudio, quando disponível na urna, sem prejuízo do
sigilo do voto;
uso da marca de identificação da tecla número 5 da urna.
Como vota o eleitor analfabeto?
O voto do analfabeto é facultativo. Porém, caso queira votar e não saiba
assinar, será colhida a impressão digital do seu polegar direito no caderno de
votação.
O que fazer se o eleitor se recusar a votar ou apresentar dificuldade
durante a votação?
Na hipótese de o eleitor, após a identificação, se recusar a votar ou
apresentar dificuldade na votação, antes de confirmar o primeiro voto, deverá o
presidente suspender a liberação de votação do eleitor na urna (utilizará, para
tanto, código próprio), reterá o comprovante de votação e consignará o fato,
imediatamente, em ata. Nada obstante, será assegurado ao eleitor o exercício do
voto até o horário de encerramento da votação (ou seja, o eleitor poderá
retornar novamente à seção eleitoral para votar).
E se o eleitor deixar de concluir a votação?
Se o eleitor confirmar pelo menos um voto, deixando de concluir a
votação para os demais cargos, o presidente da mesa receptora o alertará para o
fato, solicitando que retorne à cabina e a conclua; recusando-se o eleitor,
deverá o presidente, utilizando-se de código próprio, liberar a urna a fim de
possibilitar o prosseguimento da votação. Serão considerados nulos os votos
ainda não confirmados. O eleitor receberá seu comprovante de votação.
E se a urna apresentar problemas durante a votação? Existe a
possibilidade de votação por cédula?
Será efetuada a substituição da urna para garantir da votação. Caso não
seja possível continuar a votação com urna eletrônica, o processo passará a
utilizar cédulas impressas (de papel).
E se houver queda de energia durante a votação?
A urna dispõe de bateria interna com autonomia de até 12 horas.
E se o eleitor só se lembrar do nome e não do número do candidato?
Na seção eleitoral estará afixada a lista completa com os nomes e os
números dos candidatos. É só consultá-la.
E se o eleitor digitar errado o número do seu candidato na hora de
votar?
Caso ainda não tenha confirmado o voto, basta corrigir a operação usando
a tecla laranja [CORRIGE] e começar o processo novamente.
Em quais casos o voto é nulo?
É nulo, para todos os efeitos, inclusive para a legenda, o voto dado a
candidato inelegível ou não registrado. Será também computado como nulo o voto
digitado na urna que tenha os dois primeiros dígitos coincidentes com a
numeração de partido válido, concorrente ao pleito, e os últimos dígitos
correspondentes a candidato inapto.
Serão válidos apenas os votos dados a candidatos regularmente inscritos e às legendas partidárias.
Serão válidos apenas os votos dados a candidatos regularmente inscritos e às legendas partidárias.
Como votar só na legenda partidária para Deputado Estadual e/ou Deputado
Federal?
Basta digitar o número do partido e depois pressionar a tecla verde
[CONFIRMA]. Será também computado para a legenda o voto digitado na urna que
tenha os dois primeiros dígitos coincidentes com a numeração de partido válido,
concorrente ao pleito, e os últimos dígitos não correspondentes a candidato
existente.
Como fazer para votar em branco?
Basta pressionar a tecla branca [BRANCO] e, em seguida, a tecla verde
[CONFIRMA].
Quais as vantagens do voto informatizado para o eleitor?
O processo de votação é mais simples, rápido e seguro. Em caso de erro
de digitação, o próprio eleitor poderá corrigir seu voto - pressionado a tecla
laranja [CORRIGE] -, desde que não o tenha confirmado. Além disso, os
resultados são divulgados com muito mais rapidez.
A urna eletrônica é segura?
Sim, a urna eletrônica é segura!
A urna eletrônica possui vários recursos que garantem a segurança da
votação:
A partir de 6 meses antes das eleições os programas desenvolvidos pelo
TSE podem ser acompanhados pelos partidos políticos, pelo Ministério Público e
pela OAB. Após a conclusão dos programas, estes são assinados digitalmente
impedindo qualquer alteração.
A legislação eleitoral assegura aos partidos ou coligações no momento da
preparação das urnas a fiscalização de todos os atos preparatórios para a
votação.
As urnas não funcionam em rede.
Os resultados são criptografados (codificados) e transmitidos por
computadores de propriedade exclusiva da Justiça Eleitoral, por meio de sua
rede privativa.
Além disso, há a segurança física da urna, uma vez que todos os seus
compartimentos são lacrados.
Esses exemplos não esgotam todos os recursos que garantem a segurança da
votação com a utilização das urnas eletrônicas.
SINTONIZANDO O
LEITOR:
Resumo-
Nas eleições gerais deste ano de 2014, no 1º
turno, que ocorrerá neste domingo, 5 de outubro, a urna exibirá ao eleitor,
primeiramente, os candidatos à eleição proporcional e, em seguida, os
referentes à eleição majoritária, na seguinte ordem:
Deputado Estadual
(5 dígitos);
Deputado Federal (4
dígitos);
Senador (3
dígitos);
Governador (2
dígitos);
Presidente da
República (2 dígitos).
A votação inicia-se
às 8:00 horas e termina às 17 horas.
O eleitor votará,
portanto, em cinco candidatos. Logo que digitar o número de seu candidato,
aparecerá no painel da urna eletrônica o cargo disputado, o nome e a foto do
candidato, assim como a sigla do partido político.
Os painéis referentes
aos candidatos a Senador, Governador e a Presidente da República exibirão,
também, as fotos e os nomes dos respectivos candidatos a suplentes e a vice.
Para não esquecer, é permitido levar uma 'cola'.
quinta-feira, 25 de setembro de 2014
Eleições e a importância do voto
O voto, ou sufrágio, como é também
conhecido, é um dos principais instrumentos utilizados para eleições de representantes políticos ou para
tomar decisões políticas, em espaços em que há consulta popular para isso, como
nos casos de referendos ou plebiscitos.
No Brasil, são
eleitos através do voto diversos representantes políticos da população, como
vereadores, prefeitos, deputados estaduais e federais, além de governadores e
presidentes da República.
Desde a Constituição de 1988 que o sufrágio universal foi instituído para a escolha dos
ocupantes desses cargos acima mencionados. Sufrágio universal significa que
todo o cidadão dentro das normas legais tem direito ao voto. Tal configuração
de participação política foi uma vitória no sentido de ampliação dos critérios
da democracia representativa no país, já que todos os cidadãos com
mais de 16 anos, homens ou mulheres, alfabetizados ou analfabetos, têm direito
a escolher seu representante através do voto.
Porém, na história do voto do Brasil, nem sempre foi assim. As votações que existiam durante a
colônia e durante o Império brasileiro estavam restritas a homens que detinham
certo nível de renda. Com o advento da República, o voto foi estendido aos
demais homens, mas não às mulheres. Estas somente puderam participar das
eleições no Brasil a partir de 1932, com a reforma do Código Eleitoral.
A existência dos períodos ditatoriais, como entre 1937 e 1945
e entre 1964 e 1985, diminuiu muito a abrangência da participação política dos
cidadãos na escolha de seus representantes políticos. A restrição histórica à
participação de boa parte da população na escolha de seus representantes
através do voto fez com que o sufrágio universal estabelecido na Constituição
de 1988 ganhasse uma enorme importância.
Através do voto, é possível ao eleitor e ao cidadão escolher
dentre um leque de opções previamente estabelecido uma pessoa que o
representará em algumas das instituições políticas por um período determinado.
Essa escolha, na forma ideal, deve ser feita com consciência política e após
uma análise das propostas do candidato e de sua viabilidade de aplicação, além
do histórico pessoal e político do candidato.
A urna eletrônica substituiu as cédulas de papel, garantindo maior rapidez na apuração dos votos *
Intensas campanhas são feitas para combater a compra de votos, uma prática ainda comum durante as
eleições no Brasil. Através da compra do voto, políticos com maior poder
econômico conseguem influenciar de forma considerada não ética um maior número
de eleitores. A compra de votos é crime no Brasil, mas isso não quer dizer que
ela não exista.
Por outro lado, diversos posicionamentos críticos em relação
à democracia representativa apontam que os financiamentos de campanhas, que são
legais, acabam também fazendo com que as classes que têm maior poder econômico
coloquem seus representantes no poder, limitando a abrangência da democracia.
Nesse caso, somente as campanhas eleitorais milionárias teriam capacidade de
serem vitoriosas nas principais eleições.
Outra característica do voto no Brasil é que ele é obrigatório. Há campanhas
para que o voto seja facultativo, uma escolha das pessoas que querem eleger
seus representantes. A favor desse posicionamento há o argumento de que tal
medida diminuiria os casos de corrupção nas eleições, além de ampliar a
possibilidade de escolha dos cidadãos, já que poderiam começar escolhendo se
querem votar ou não.
Há ainda posicionamentos de crítica mais profunda às
eleições, principalmente as decorrentes das campanhas do voto nulo. A prática de anular o voto visa
expor um descontentamento com todo o sistema da democracia representativa ou,
em alguns casos, a insatisfação com os candidatos que são apresentados.
Em muitos casos, a crítica à representatividade indica uma
limitação dessa forma de organização, que exclui da participação política
direta a maior parte dos cidadãos, afastando-os desse tipo de prática, que se
limitaria a votar apenas em certos períodos, em candidatos previamente
escolhidos por agremiações. Nesse sentido, nos intervalos das eleições, os
cidadãos ficariam afastados das decisões políticas, já que delegariam essa
função a seus representantes.
Os vários posicionamentos no debate demonstram a importância do voto na prática política brasileira.
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