segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Brasil Eleitor destaca campanha do TSE pelo voto limpo


Extraído do Blog do Brito

O programa Brasil Eleitor deste final de semana traz a campanha do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para conscientização do eleitor acerca da importância do voto limpo nas eleições 2012. O Brasil Eleitor estreia neste sábado (25), às 7h, pela TV Cultura, e vai ao ar também no domingo (26), às 20h30, pela TV Justiça.
Outro destaque desta edição é o novo informativo do TSE na internet que disponibiliza vídeos de julgamentos no YouTube e traz esclarecimentos sobre o calendário eleitoral. O informativoestá disponível na página do Tribunal na internet.

Informações importantes para o eleitor
O programa também explica os critérios e traz as datas para veiculação da propaganda eleitoral gratuita no rádio e na TV. 
  
Ainda nesta edição, o Brasil Eleitor esclarece como funciona o processo de filiação partidária e quais as regras para ser membro de um partido político.

E no quadro “Eleições 2012” o programa também informa quais documentos serão necessários no dia da votação, e alerta os eleitores sobre e-mail falso em nome do TSE que está circulando na internet.

Cidadania e horas complementares
O Brasil Eleitor traz a iniciativa do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) que assinou convênio com instituições de ensino superior para atrair mesários universitários.

E em São Paulo, o programa explica como funciona a Câmara de Vereadores do maior colégio eleitoral do país e qual é a regra que estabelece o número de vereadores por município.

Alcance
O Brasil Eleitor é produzido sob a supervisão da equipe de jornalismo do TSE, sendo transmitido por 27 emissoras de TV de todo o país.

Os vídeos também podem ser assistidos no Canal Oficial do TSE no YouTube, no endereço http://www.youtube.com/justicaeleitoral.

Fonte:TSE.

domingo, 26 de agosto de 2012

Danúbio Azul


Morre Neil Armstrong, primeiro homem na Lua


Foto: Nassa

O primeiro homem a pisar na Lua, Neil Armstrong, morreu aos 82 anos nos Estados Unidos neste sábado (25), informou a família do astronauta em nota à imprensa.
"Estamos de coração partido ao dividir a notícia de que Neil Armstrong faleceu após complicações ligadas a procedimentos cardiovasculares", diz a nota. "Neil foi um marido, pai, avó, irmão e amigo amoroso."
Em 7 de agosto, ele passou por uma cirurgia de emergência no coração, após médicos encontrarem quatro entupimentos em suas artérias,  e desde então estava se recuperando no hospital em Cincinnati, onde morava com a esposa.
No Twitter, a Nasa ofereceu "seus sentimentos pela morte de Neil Armstrong, ex-piloto de testes, astronauta e primeiro homem na Lua."

saiba mais


Conheça a biografia
Armstrong foi o comandante da Apollo 11, missão que chegou ao satélite da Terra em 20 de julho de 1969. Ao ser o primeiro ser humano a pisar em outro corpo celeste, Armstrong proferiu a frase: “Um pequeno passo para um homem, um grande salto para a humanidade.”
Nascido em 5 de agosto de 1930, Armstrong foi piloto da Marinha dos Estados Unidos entre 1949 e 1952 e lutou na Guerra da Coreia. Em 1955, se formou em engenharia aeronáutica pela Universidade de Purdue e se tornou piloto civil da agência que precedeu a Nasa, a Naca (Conselho Nacional de Aeronáutica).
Lá, entre outras aeronaves, pilotou o X-15 – avião experimental lançado por foguete onde ocorreram as primeiras tentativas americanas de chegar aos limites da atmosfera e à órbita do planeta. Em 2012, o X-15 ainda mantém o recorde de velocidade mais alta já atingida por um avião tripulado.
Em 1962, ele deixou a função de piloto de testes e passou a ser astronauta – com a Naca já transformada em Nasa. Sua primeira missão espacial foi como comandante da Gemini 8, em março de 1966, onde ele e o astronauta David Scott fizeram a primeira acoplagem de duas naves espaciais. Na ocasião, ele se tornou o primeiro civil americano a ir ao espaço.
Durante o voo, os dois quase morreram. Enquanto a nave estava sem contato com a Terra, a Gemini 8, acoplada na sonda Agena, começou a girar fora de controle. Inicialmente, Armstrong achou que o problema era com a Agena e tentou diversas opções para parar o giro – sem sucesso. Ao desacoplar as duas naves, o problema piorou. A instantes de perder a consciência pela velocidade com que a Gemini 8 girava, Armstrong usou os motores que serviam para a reentrada na Terra para controlar a espaçonave. A Gemini parou de girar e a dupla fez um pouso de emergência próximo ao Japão, sem completar outros passos da missão, como uma caminhada espacial que seria realizada por Scott.

Armstrong no módulo lunar Eagle, após pouso na Lua (Foto: Johnson Space Center Media Archive)Armstrong no módulo lunar Eagle, após pouso na Lua (Foto: Johnson Space Center Media Archive)


SAIBA MAIS


Após a missão, Armstrong acompanhou o presidente americano Lyndon Johnson e outros astronautas em uma viagem à América do Sul que incluiu o Brasil. Segundo sua biografia oficial, escrita por James R. Hansen, Armstrong foi especialmente bem recebido pelas autoridades brasileiras por conhecer e conversar bem sobre a história de Alberto Santos Dumont.
Apollo 11 e a ida à Lua
Com o fim do programa Gemini e o início do Apollo, Armstrong foi selecionado como comandante da Apollo 11. Segundo a Nasa, não houve uma escolha formal inicial de quem deveria ser o primeiro a pisar na Lua. Todos os astronautas envolvidos no Apollo, segundo eles, teriam chances iguais.
As missões eram organizadas para cumprir uma crescente lista de tarefas. Assim, a Apollo 7 era um voo de teste do módulo de comando – o que era chamado de “missão tipo C”. A seguinte, 8, testou a viagem até a Lua. A 9 testou o módulo lunar, uma missão tipo “D”. Se houvesse qualquer problema em uma dessas missões, ela deveria ser retomada até dar certo.
Por isso, embora Armstrong e sua tripulação, Buzz Aldrin e Michael Collins, estivessem com a primeira missão do tipo “G”, que tentaria um pouso – não estava garantido que eles de fato fossem ser os primeiros a fazer isso. Qualquer problema nas missões anteriores e a 11 poderia ter que assumir etapas preparatórias.

´´Um pequeno passo para um homem, um grande salto para a humanidade``
Neil Armstrong, em 20 de julho de 1969

Quando ficou razoavelmente claro que a Apollo 11 seria a primeira missão a tentar o pouso, a mídia americana passou a informar que Buzz Aldrin seria o primeiro homem na Lua. A lógica dos jornalistas seguia o fato de que no programa Gemini o piloto – não o comandante – era quem saía da nave. Além disso, os primeiros materiais de divulgação feitos pela Nasa mostravam o piloto saindo primeiro e o comandante depois.
Em uma coletiva de imprensa feita em abril de 1969, a Nasa informou que a decisão de fazer Armstrong sair primeiro foi técnica, já que a porta do módulo lunar estava do lado dele. Em entrevistas dadas mais tarde, Deke Slayton, chefe dos astronautas na época, disse que a decisão foi “protocolar”: ele achava que o comandante da missão deveria ser o primeiro na Lua. As opiniões de Armstrong e Aldrin, segundo ele, não foram consultadas.

O pouso
Após a decolagem em 16 de julho, Armstrong e Aldrin começaram a descida até a Lua em 20 de julho no módulo lunar, apelidado de “Eagle”. Durante a descida, a menos de dois mil metros de altura, dois alarmes soaram indicando que o computador estava sobrecarregado. Seguindo a orientação do controle de missão, Armstrong os ignorou e manteve o pouso.
Ao olhar pela janela, viu que o computador os estava levando para uma área com muitas pedras. O americano então assumiu o controle manual da nave e pousou. Ao encostar na Lua, restavam apenas 25 segundos de combustível no Eagle.
As primeiras palavras de seres humanos na Lua foram, na verdade, Armstrong e Aldrin fazendo a checagem pós-pouso. Termos técnicos como “parada de motor”, “controle automático ligado”, “comando do motor de descida desligado”. Apenas ao final dessa lista, Armstrong falou com a Terra: “Houston, Base da Tranquilidade aqui. A Águia [“Eagle” em inglês] pousou”.
Durante todo o processo de pouso, o controle na Terra se manteve em silêncio, permitindo que a dupla se concentrasse. Com o contato de Armstrong, o astronauta Charlie Duke, em Houston, respondeu bem humorado: “vocês têm um monte de caras quase ficando azuis aqui, estamos respirando de novo.”
Armstrong e Aldrin ficaram 21 horas e 36 minutos na Lua – duas horas e 36 minutos caminhando por ela. O tempo fora da nave foi progressivamente aumentado a cada missão Apollo – na última, a 17, os astronautas ficaram mais de 22 horas fazendo caminhadas lunares.

Retorno à Terra e vida pessoal
Armstrong, em imagem de 2006, após receber prêmio  (Foto: NASA Kennedy Center Media Archive Collection)Armstrong, em imagem de 2006, após receber prêmio (Foto: NASA Kennedy Center Media Archive Collection)

Neil Armstrong foi recebido como herói após sua volta, com condecorações de diversos países. A mais recente foi a medalha de honra, a mais alta honraria concedida pelos Estados Unidos, dada a ele e a outros pioneiros espaciais em novembro de 2011.
Eu sou e sempre serei um engenheiro nerd, com meias brancas e protetores de bolso."
Neil Armstrong, em 2007
Após a missão de 1969, ele assumiu uma posição de gerência na Nasa e participou da investigação do acidente da Apollo 13. Ele se aposentou da agência em 1971.
Em 1970, obteve um mestrado em engenharia aeroespacial da Universidade do Sul da Califórnia. Depois, virou professor na Universidade de Cincinnati, onde morava, até 1979. Armstrong também fez parte da mesa diretora de algumas empresas americanas. Em 1986, a convite do presidente americano Ronald Reagan, participou da investigação do acidente do ônibus espacial Challenger.

Vida de reclusão
Armstrong casou com Janet Shearon em 1956, com quem teve três filhos: Eric, Karen e Mark. Karen morreu de câncer no cérebro em 1962, aos três anos, e jamais viu o pai ir ao espaço. Ele e Janet se divorciaram em 1994, após 38 anos de casamento. No mesmo ano, ele se casou com sua segunda esposa, Carol Knight.
Armstrong viveu uma vida de reclusão após a Apollo 11. Convidado frequentemente por partidos americanos, ele se recusou a concorrer a um cargo político. Armstrong também raramente era visto em público e quase nunca dava entrevistas, além de não costumar tirar fotos ou dar autógrafos, porque não gostava que eles eram vendidos por valores que ele considerava “absurdos”. Sua única biografia autorizada foi publicada em 2005. Ele também costumava processar empresas que usavam sua imagem sem autorização e doar as indenizações recebidas à faculdade em que se formou. Em 2005, processou seu barbeiro por ter vendido fios de seu cabelo por US$ 3 mil. O barbeiro teve que doar o valor para a caridade.
Em 2007, 38 anos após a viagem à Lua, em uma rara aparição em público, Armstrong se definiu como "um engenheiro nerd". "Eu sou e sempre serei um engenheiro nerd, com meias brancas e protetores de bolso. E eu tenho um grande orgulho das realizações da minha profissão," disse.
Em 2009, ele fez uma viagem "secreta" ao Brasil, onde passou por São Paulo, Rio de Janeiro e Santa Catarina.
A nota da família sobre a morte de Armstrong é encerrada com um pedido: "Para aqueles que perguntam o que podem fazer para honrar a Neil, temos um simples pedido. Honrem seu exemplo de serviço, feitos e modéstia, e a próxima vez que você der um passeio em uma noite clara e vir a Lua sorrindo para você, lembre de Neil Armstrong e dê uma piscadela para ele.”

Fonte: G1

sábado, 25 de agosto de 2012

Efeito de 30 ou 60 min de exercícios é o mesmo, diz estudo

Foto BBC

Trinta minutos de exercícios diários são tão efetivos na redução de peso e de massa corporal quanto 60 minutos, segundo um estudo dinamarquês.
A pesquisa, feita por especialistas da Universidade de Copenhague, acaba de ser publicada na revista científica "American Journal of Physiology".
Durante 13 semanas, a equipe da Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde monitorou 60 homens obesos -- porém saudáveis -- que tentavam melhorar sua condição física.
Metade dos participantes seguiu um programa de uma hora de exercícios diários e a outra metade fez apenas meia hora de exercícios. Enquanto se exercitavam, os dois grupos usavam um medidor de batimentos cardíacos e um contador de calorias.
Os exercícios tinham vigor suficiente para produzir suor. Os resultados do experimento surpreenderam a equipe dinamarquesa.


Em média, os participantes que fizeram 30 minutos de exercícios diários perderam 3,6 quilos em três meses. Os que fizeram uma hora de exercícios, no entanto, perderam apenas 2,7 quilos.
Segundo um dos pesquisadores, Mads Rosenkilde, os 30 minutos de exercícios ofereceram uma vantagem adicional. "Os participantes que fizeram 30 minutos de exercícios por dia queimaram mais calorias do que deveriam em relação ao programa de treinamento que criamos para eles", afirmou.
Em contrapartida, "observamos que fazer exercícios por uma hora em vez de meia hora não oferece perda adicional de peso ou gordura. Os homens que fizeram mais exercícios perderam pouco em relação à energia que queimaram correndo, andando de bicicleta ou remando".
"Trinta minutos de exercícios concentrados dão resultados igualmente bons na balança", concluiu.
Motivação
A equipe sugeriu algumas possíveis explicações para os resultados. Segundo Rosenkilde, fazer 30 minutos de exercícios por dia é uma meta tão possível de ser alcançada que os participantes tinham vontade e energia para mais atividades físicas após sua sessão diária de exercícios.
Além disso, o grupo que passou 60 minutos se exercitando provavelmente comeu mais, portanto perdeu um pouco menos peso do que o esperado.
"Os participantes do nosso estudo treinaram todos os dias durante três meses. Os treinos foram planejados para produzir um leve suor, mas os participantes tinham de aumentar a intensidade e dar tudo de si três vezes por semana", explicou Rosenkilde.
Ele admitiu que ficou surpreso com os resultados e disse que agora a equipe quer estudar o efeito de outros tipos de exercício.
Em média, 40% dos homens dinamarqueses estão classificados como moderadamente obesos.
O estudo da equipe da Universidade de Copenhague é único por ter se focado nessa parcela da população.
Os participantes queriam mudar seu estilo de vida com a ajuda dos exercícios, e durante o período de duração do estudo, foram acompanhados de perto por especialistas em saúde interessados em questões como o equilíbrio energético, resistência à insulina e presença de hormônios no sangue.
Etnólogos também participaram do estudo para tentar entender as barreiras culturais associadas ao exercício e à mudança em hábitos arraigados.
Em outro estudo britânico noticiado recentemente pela BBC Brasil, pesquisadores da University College de Londres concluíram que fazer duas horas e meia de exercícios moderados por semana, mesmo quando a pessoa adota a prática na meia idade -- entre os 40 e os 50 anos de idade -- já é suficiente para proteger a saúde do seu coração.

Fonte: G1.Globo.com

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Nova doença apresenta sintomas semelhantes aos da aids



Pesquisadores americanos identificaram em asiáticos uma doença de causa desconhecida cujos sintomas são semelhantes aos da aids. Em artigo publicado nesta quinta-feira no periódico The New England Journal of Medicine, eles afirmaram que trata-se também de uma imunodeficiência adquirida, ou seja, que não é hereditária e que prejudica o sistema imunológico. A condição, no entanto, não é provocada pelo vírus HIV e parece não ser contagiosa.

Ainda de acordo com os pesquisadores, a doença se desenvolve em pessoas de, em média, 50 anos de idade. Como ela não é hereditária, é improvável que um único gene provoque o problema. Os autores afirmam que alguns pacientes, mas não especificaram quantos, morreram de infecções muito graves após apresentarem esse problema.

A pesquisa foi desenvolvida por especialistas do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas (NIAID, sigla em inglês) dos Estados Unidos, que analisaram mais de 200 pessoas de 18 a 78 anos de Taiwan e da Tailândia, países que concentraram a maior parte dos casos registrados desde 2004. 

Segundo o artigo, a maioria dos indivíduos que tinha a nova doença produziu substâncias chamadas auto-anticorpos, que bloqueiam uma sinalização química do organismo que ajuda o corpo a identificar infecções. Ou seja, é diferente da ação do vírus HIV, que ataca as células do nosso sistema de defesa.

No entanto, quando esses sinais são bloqueados, os sintomas da doença se parecem com os da aids — vulneráveis à invasão de vírus, fungos, parasitas e especialmente de micobactéria não-tuberculosa, um microorganismo parecido com o que causa a tuberculose. Os pesquisadores não identificaram o que leva as pessoas a produzir esses auto-anticorpos, mas eles sugerem que eles surgem ao longo da vida em decorrência de uma combinação de fatores ambientais e genéticos.

Abordagens — De acordo com os especialistas, o uso de antibióticos nesses casos nem sempre é eficaz. Por isso, os médicos vêm tentando abordagens diferentes, incluindo o uso de uma droga contra o câncer que suprime a produção de anticorpos. O medicamento atenuou os sintomas da doença em alguns pacientes, mas não a eliminou completamente, o que leva os especialistas a acreditarem no caráter crônico da condição.

Fonte: Cenariomt.com.br

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Registo de viagem de Marquinhos o representante de SLM,que levou a tocha olímpica


Jackie de Botton registra viagem dos condutores brasileiros da Tocha Olímpica.POR REDAÇÃO - 01/06/2012


Quatro brasileiros participaram do revezamento da tocha olímpica nessa sexta-feira (01.06) em Liverpool, na Inglaterra: Tião dos Santos, protagonista de Lixo Extraordinário, Eduarda Cristina Hubner Cavalcanti (Duda), René Silva dos Santos e Marcos André França da Silva (Marquinhos). Jackie de Botton, produtora do documentário, acompanhou o quarteto na viagem e dividiu com a Vogue os detalhes da emocionante viagem em um diário que você lê abaixo.

Jackie de Botton a caminho de Liverpool(foto acima)

“Não sei se alguém já escreveu uma música ou um poema sobre os dias de maio no Rio de Janeiro, mas deveria. Hoje, dia 29.05, estou embarcando para Liverpool rumo ao carregamento da tocha olímpica! Não é exatamente culpa dos cariocas, mas esta combinação de cores com os desenhos do calçadão fazem com que a gente se sinta blasé e mesmo uma superviagem como esta pode parecer um pouco inoportuna em um dia como estes.
Temos que abrir mão da vida que nós idealizamos para abraçar a vida que está a nossa espera; nunca imaginei que iria acompanhar o carregamento de uma tocha olímpica e muito menos com o grupo tão especial como este: René Silva, Marcos França, Eduarda Cavalcanti e Tião Santos.

Eduarda Cristina Hubner Cavalcanti (Duda), René Silva dos Santos e Marcos André França da Silva (Marquinhos)

Foto acima:Duda e Jackie. Ao lado, Jackie e Tião: rumo a Londres

Dia 29.05: Estes são os quatro representantes do “novo Brasil” que irão carregar a tocha olímpica: Eduarda Cavalcanti, atleta da equipe campeã feminina da Copa Coca-Cola 2011; René Silva, morador do Morro do Alemão, no Rio de Janeiro, que se tornou um símbolo da transformação do Rio como porta-voz da comunidade via mídias sociais durante a instalação de uma UPP – Unidade de Polícia Pacificadora, em 2010; Tião dos Santos, presidente da ACAMJG, um dos líderes do Movimento Nacional de Catadores, e Marcos França, instrutor e ex-aluno do Projeto Coletivo no Centro de Organização Comunitária de Chão de Estrelas, em Recife. Eles foram escolhidos por simbolizarem uma Nação cada vez mais inclusiva, igualitária e geradora de oportunidades.


Dia 30.05: Strawberry Fields Forever: eu esperava um campo de morangos, mas a história não é bem assim. Foi neste portão que Paul MacCartney se inspirou para escrever a letra da famosa canção. Liverpool é viva, uma cidade de pessoas felizes, uma cidade que como o Rio é um porto, e um dos mais ativos da Europa, cheia de rock and roll e de chineses. Foi assim que começou o nosso dia,  na chuvosa cidade dos Beatles.

Dia 310.05: Falando em espírito olímpico, estamos na semana de pentecostes. Para quem como eu não sabia, esta é a semana do ‘espírito santo’ e fomos visitar uma das duas catedrais da cidade (Liverpool é uma das poucas cidades do mundo que  possui duas catedrais). Ao lado, tietagem explicita: o The Cavern é o barzão nota dez em que os Beatles tocavam!

Em primeira mão, o lenço oficial que Londres desenvolveu e cuja renda vai integralmente para projetos sociais na Inglaterra. Ao fundo, as ilustrações das diversas modalidades olímpicas e um leão sobreposto. A inglaterra é aristocracia na veia, castelos, feudos, súditos, tradição e muitos biscoitos amanteigados , cerveja, scones e humor da melhor qualidade. Last call for alcohol: amanhã às 6:45 de pé para o revezamento!

René Silva, uma inglesinha com a bandeira do Brasil, Tião Santos, Jackie de Botton e Marcos André

Dia 01.06: ‘O que os outros objetos não trazem, a tocha traz. Certas coisas só uma tocha olímpica faz com você.’ E assim foi o dia inteiro, essa e outras piadinhas sobre a tocha foram o melhor do dia, junto com todo o entusiasmo da população inglesa que foi em peso prestigiar os carregadores da tocha no bairro de Ainsdale, em Liverpool – entre eles nossos brasileiros Tião, Rene, Duda e Marquinhos.

Jackie, René e Tião com a tocha

A tocha é linda e não nega a origem de um dos melhores designs do mundo, a Inglaterra. A tocha que será usada nos Jogos Olímpicos de Londres foi desenhada por Edward Barber e Jay Osgerby, e ganhou varios prêmios internacionais, inclusive o de melhor design 2012 (prêmio concedido ao estúdio britânico de desenho Barber Osgerby). A tocha de alumínio tem uma pintura dourada,  80 centímetros de largura e pesa 800 gramas, tem 8 mil buracos, que representam as pessoas encarregadas de seu revezamento ao longo das 8 mil milhas (12.874 quilômetros). (JACKIE DE BOTTON, de Liverpool)

René Silva e Tião Santos na concentração para o carregamento e entrando no ônibus oficial do evento. Ao lado, o mascote (muito esquisito para o meu gosto) e, abaixo, as tochas
Os ingleses compareceram em massa para prestigiar o revezamento (que teve até no site da BBC acompanhando o trajeto em tempo real). Nas outras fotos, Marquinhos "sofrendo um ataque"
Fotos: Jackie de Botton

Fonte: Vogue.globo.com

Revista Forbes lista Dilma Rousseff como terceira mulher mais poderosa do mundo


Dilma Rousseff na capa da revista Forbes com a lista das 100 mulheres mais poderosas do mundo. Foto: reprodução

A presidente Dilma Rousseff é a foto de capa da revista Forbes que contém o ranking anual de mulheres mais poderosas do mundo. Dilma ocupa a terceira colocação, mesmo lugar que estava no ano passado. O primeiro lugar é da chanceler Alemã Angela Merkel, que também manteve a posição de 2011, assim como a segunda colocada, a secretária de Estado dos Estados unidos, Hillary Clinton.
A quarta colocada é a mulher de Bill Gates, Melinda Gates, co-presidente da Fundação Bill & Melinda Gates. Fechando as cinco primeiras colocações, está Jill Abramson, editora-executiva do jornal americano The New York Times.
Mas duas brasileiras aparecem na lista, a presidente da Petrobrás, Graça Foster, em 20ª, e a modelo Gisele Bündchen, em 82ª.
A reportagem da revista não poupa elogios à presidente, citando a posição atual do país no cenário mundial, mas listando os desafios futuros. No final, o empresário Eike Batista afirma que Dilma é "corajosa o suficiente para levar o Brasil à diante".

Fonte: Economiasc.com.br